Ignorando links de navegaçãoHome > Biblioteca > Informações Setoriais > Petróleo e Gás

Associações e Organizações

[Nacionais e Internacionais]

ABDIB

Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústria de Base

ABEGAS

Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás

ABGNV

Associação Brasileira do Gás Natural Veicular

Abipti

Sociedade civil de direito privado, sem fins lucrativos, orientada para representar os interesses de instituições públicas e privadas que atuam na área tecnológica.

Abnt

Órgão responsável pela normalização técnica no país, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro.

ABRAPET

Associação Brasileira dos Perfuradores de Petróleo
Email - abrapet@domain.com.br

ANP

A Agência Nacional do Petróleo, Gás natural e Biocombustíveis (ANP) é uma autarquia integrante da Administração Pública Federal, vinvulada ao Ministério de Minas e Energia. Tem por finalidade promover a regulação, a contratação e a fiscalização das atividades econômicas integrantes da indústria do petróleo, de acordo com o estabelecido na Lei nº 9.478, de 06/08/1997, regulamentada pelo Decreto nº 2.455, de 14/01/1998, nas diretrizes emanadas do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e em conformidade com os interesses do país.

Anpei

Associação que congrega empresas e instituições dos mais variados setores da economia que tem como convergência a busca da competitividade através da Inovação Tecnológica visando estimular a inovação tecnológica nas Empresas.

Ctdut

Um Centro de Tecnologia, com Instalações de Campo em Escala Real, destinado à Pesquisa e Desenvolvimento de Novas Tecnologias, testes de Produtos, Equipamentos e Sistemas utilizados na mallha Dutoviária, bem como à Capacitação de Pessoal Especializado em Dutos.

Ctgas

O Centro de Tecnologias do Gás é um consórcio para atender à cadeia produtiva do gás natural através das atividades integradas de pesquisa aplicada, assessoria técnica, informação tecnológica e educação profissional.

IBP

Com quase 50 anos de atuação, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás - IBP é uma organização privada de fins não econômicos, que conta hoje com 222 empresas associadas, e tem seu foco na promoção do desenvolvimento do setor nacional de petróleo e gás, visando uma indústria competitiva, sustentável, ética e socialmente responsável. Tem como missão promover o desenvolvimento do setor nacional de petróleo e gás, visando uma indústria competitiva, sustentável, ética e socialmente responsável.

ONIP

Organização Nacional da Indústria do Petróleo

Secretaria de Estado de Energia, da Indústrial Naval e do Petróleo do Rio de Janeiro


Sociedade Brasileira de Geofísica

Fundada em 30 de outubro de 1978, a sociedade objetiva congregar os geofísicos brasileiros.

Sociedade Brasileira de Geologia

A SBG tem como princípio básico promover o progresso das geociências no Brasil, cumprindo o seu múltiplo papel de congregar e representar os geocientistas, divulgar informações técnico-científicas no âmbito das geociências e participar ativamente das grandes decisões nacionais que envolvam o ensino e a pesquisa em geociências.

IAPG

Instituto Argentino del Petroleo y el Gas

IGV

International Gas Union

TBG - Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil


World Energy Council



Documentos de Referência

[Bases de Dados]

Bampetro

É um banco de dados especializado no armazenamento, intercâmbio e na divulgação da informação ambiental georeferenciada. É composto por um Portal, uma central de banco de dados e por uma equipe técnica treinada para a coleta, formatação e qualificação dos dados.

BDEP

O Banco de Dados de Exploração e Produção - BDEP armazena e disponibiliza dados de sísmica, poços e de métodos potenciais (gravimetria e magnetometria), gerados pelas atividades de exploração e produção de petróleo nas bacias sedimentares brasileiras.

DRM - Geoprocessamento 2007

Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro

IBP

Constituído por informações de interesse geral e seções especializadas no campo específico de atuação de cada uma das plataformas tecnológicas, o Portal é atualizado permanentemente pela equipe do programa e seus colaboradores.

Infopetro

Provedor que visa disponibilizar informações e análise de qualidade para o entendimento da dinâmica dos mercados no setor de petróleo e gás. Destacam-se o banco de dados sobre a indústria do petróleo e do gás e a economia brasileira e os periódicos mensais de análise setorial. Estas informações estão disponíveis online e para download. Este provedor é dinâmico e estaremos acrescentando informações cotidianamente com o objetivo de torná-lo um instrumento essencial de informação e análise para a pesquisa e suporte no processo de decisão no setor energético.

IpeaData

Dados macroeconômicos e regionais.

[Bibliotecas Virtuais]

Biblioteca Virtual de Energia


Biblioteca Virtual de Engenharia do Petróleo


Biblioteca Virtual de Inovação Tecnológica


Biblioteca Virtual DEP/FEM/Unicamp


Guia do Gestor de Município Petrolífero



[Publicações]

Caracterização do Arranjo Produtivo do Petróleo da Bacia de Campos e a estruturação de uma de rede de empresas - A Rede Petro-BC

Fonte: Grupo de Produção Integrada / COPPE & EE / UFRJ Uma articulação institucional - empresarial para apoio à competitividade de empresas fornecedoras de bens e serviços para a indústria do petróleo na Bacia de Campos.

Desenvolvimento Tecnológico e Programa de Recursos Humanos da ANP / PRH-ANP


Gargalos Tecnológicos

Relatório final feito pela ONIP e ANP

ANP

Investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento para Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural

Organização da Indústria Brasileira de Gás Natural e Abrangência de uma Nova Legislação


Perspectivas da Petrobras para 2008


Relatório Setorial FInal - Petroquímica


Revistas


Situação da Sísmica Terrestre no Brasil - Projeto ONIPGEO

O objetivo do projeto é estimular a criação e o desenvolvimento de empresas nacionais de pesquisa geofísica capazes de assumir uma parte ponderável das atividades atuais ou programadas para o setor de prospecção e exploração de óleo e gás natural no Brasil.

Tendências tecnológicas para o setor de petróleo e gás natural

Coletânia de Resumos Executivos

[Teses]

Análise da segurança em operações marítimas de exploração e produção de petróleo

Victor Carlos Costa de Oliveira - UNICAMP - 2004

Metodologia de análise global para o desenvolvimento de um campo de gás natural

Oscar Hernan Jalil Guiteras-Oguiteras - PUC/Rio - 2003

Metodologia para determinar as profundidades de assentamento das sapatas dos revestimentos de poços de petróleo em águas profundas

Paul Richard Ramirez Perdomo - UNICAMP - 2003

A nova economia institucional e as atividades de exploração e produção Onshore de petroléo e gás natural em campos maduros no Brasil

Maria Regina Macchione de Arruda Zamith - USP - 2005


Legislação

Lei Nº 9.478

Dispõe sobre a política energética nacional, as atividades relativas ao monopólio do petróleo, institui o Conselho Nacional de Política Energética e a Agência Nacional do Petróleo e dá outras providências.

Decreto Nº 2.455, de 14.1.1998

Implanta a Agência Nacional do Petróleo - ANP, autarquia sob regime especial, aprova sua Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e Funções de Confiança e dá outras providências.

Decreto Nº 2.705, de 3.8.1998 - DOU 4.8.1998

Define critérios para cálculo e cobrança das participações governamentais de que trata a Lei nº 9.478, de 06 de agosto de 1997, aplicáveis às atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural, e dá outras providências.

Lei Nº 7.990, de 28.12.1989

Institui compensação financeira pelo resultado da exploração de petróleo ou gás natural, de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica, de recursos minerais em seus respectivos territórios, plataformas continental, mar territorial ou zona econômica exclusiva, e dá outras providências.

Manual Operativo do Plano Nacional de Ciência e Tecnologia do Setor Petróleo e Gás Natural - CTPETRO


[Incentivos Fiscais]

Federal
INs
Instrução Normativa Nº 004/2001

Estadual
Decretos:
Decreto N.º 23.082 de 24 de abril de 1997
Decreto Nº 26064/2000
Decreto Nº 26271/2000
Decreto Nº 28264/2001

Resolução:
Resolução 6307/2001
Estabelece obrigações acessórias para controle de operações desoneradas do ICMS na forma do Decreto n.º 23.082/97.


Links de Interesse

BNDES

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

Brasil Energia Online

Cobre os setores de óleo, gás e eletricidade e focaliza questões de tecnologia, negócios e tendências do cenário energético.

Cenpes

Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello

Click Macaé


Clube do Petróleo


Comperj

Complexo petroquímico do Rio de Janeiro

Gas Virtual Site de informações e negócios dedicado ao mercado de Postos de Serviço, Abastecimento de Combustíveis, Lojas de Conveniência e afins.

Gui@offshore

Revista eletrônica Gui@offshore.com.br

Infoenergia

Informações diárias sobre decisões governamentais, do mercado e as transações que ocorrem no setor energético.

Nicomex Notícias

Cadastramento para envio diário do informativo com clippings de matérias sobre petróleo, gás e naval.

PETROBRAS

Petróleo Brasileiro S.A.

Petronect

Portal de compras eletrônicas das empresas do sistema Petrobras.

Prominp

Programa de mobilização da indústria nacional de petróleo e gás natural, coordenado pelo MME, instituido pelo Governo Federal através do Decreto Nº 4.925, de 19/12/03.

Revista Power

Abrange Petróleo, Eletricidade e Energias Alternativas.

Sebrae

Serviço de Apoio à Micro e Pequenas Empresas

Programa da Cadeia Produtiva do Petróleo e Gás



A
Admissão Temporária
O regime aduaneiro especial de admissão temporária é o que permite a importação de bens que devam permanecer no País durante prazo fixado, com suspensão total do pagamento de tributos, ou com suspensão parcial.

Agência Nacional do Petróleo (ANP)
Órgão regulador do setor de petróleo e gás natural no Brasil.

AHTS (Anchor Handling Tug Supply)
Navio rebocador de apoio e manuseio de âncoras. Embarcação destinada à operação de reboque e manuseio de âncoras através de guincho especial instalado em seu convés e capacidade de manobra bastante desenvolvida, bem como um alto valor de força de tração estática.

Árvore de Natal
Conjunto de válvulas que controla a pressão e vazão de um poço.

Árvore de Natal Molhada
Conjunto de válvulas, colocado sobre o solo oceânico, que controla a pressão e vazão de um poço submarino.

B
Barril (bbl)
Unidade de volume equivalente a 158,98 litros.

Barril de óleo equivalente (boe)
Normalmente usado para expressar volumes de petróleo e gás natural na mesma unidade de medida (barris) pela conversão do gás nacional à taxa de 1.000 m3 de gás para 1 m3 de petróleo. 1 m3 de petróleo = 6,289941 barris de petróleo Para o barril de óleo equivalente internacional, é aproximadamente 6.000 pés cúbicos de gás natural.

Batimetria
Medida de profundidade de uma massa de água como os mares, lagos, rios (topografia do fundo imerso).

Benchmarking
Processo contínuo de medir produtos, serviços e processos com relação aos concorrentes mais fortes ou aos líderes internacionais reconhecidos no setor.

Bloco
Pequena parte de uma bacia sedimentar onde são desenvolvidas atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural.

Bunker
Combustível para abastecer navios.

C
Cabotagem
Navegação realizada próxima à costa, podendo utilizar acidentes geográficos, como cabos (daí seu nome), como pontos de referência.

Calado
Profundidade do casco.

Campo
Área produtora de petróleo ou gás natural a partir de um reservatório contínuo ou de mais de um reservatório, a profundidades variáveis, abrangendo instalações e equipamentos destinados à produção.

Campos Maduros
Campos cujo valor está muito próximo ou inferior aos custos do operador.

Campos Marginais
Campos cujo volume de produção não cobrem os custos de produção para um determinado operador.

Claros
Designação genérica de alguns derivados de petróleo, entre os quais a gasolina, o querosene e o diesel. Possuem coloração clara, daí sua classificação. São líquidos e pouco viscosos.

CREW
Embarcação de transporte de passageiros com potência de 1.500 HP e 50 TPB. Para atender as necessidades em águas profundas, distantes da costa foi desenvolvido o Fast Supply, com potência de 1.750 HP e 140 TPB. Transporte pessoal e também cargas essenciais e leves.

Cru
Petróleo bruto.

D
Downstream
Atividades de refino do petróleo bruto, tratamento do gás natural, transporte e comercialização/distribuição de derivados.

E
EPC (Engineering, Procurement and Construction)
Projeto, suprimento e construção.

F
FPSO (Floating, Production, Storage & Offloading)
Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência de petróleo, construída a partir de um navio.

FPU (Floating Production Unit)
Unidade Flutuante de Produção de petróleo, construída a partir de um navio.

FSO (Floating, Storage & Offloading)
Unidade Flutuante de Armazenamento e Transferência de petróleo, construída a partir de um navio.

G
Grau API do American Petroleum Institute (ºAPI)
Forma de expressar a densidade relativa de um óleo ou derivado. A escala API, medida em graus, varia inversamente à densidade relativa, isto é, quanto maior a densidade relativa, menor o grau API. O grau API é maior quando o petróleo é mais leve. Petróleos com grau API maior que 30 são considerados leves; entre 22 e 30 graus API, são médios; abaixo de 22 graus API, são pesados; com grau API igual ou inferior a 10, são petróleos extrapesados. Quanto maior o grau API, maior o valor do petróleo no mercado.

I
INOVAÇÃO
Significa a solução de um problema tecnológico, utilizada pela primeira vez, descrevendo o conjunto de fases que vão desde a pesquisa básica até o uso prático, compreendendo a introdução de um novo produto no mercado em escala comercial, tendo, em geral, fortes repercussões socio-econômicas.

INOVAÇÃO GERENCIAL E ORGANIZACIONAL
Compreende a introdução de estruturas organizacionais substancialmente modificadas, a implementação de técnicas avançadas de gestão, bem como a implementação de orientação estratégica corporativa nova ou substancialmente modificada.

INOVAÇÃO DE PROCESSO TECNOLÓGICO- É a adoção de métodos de produção novos ou significativamente melhorados, incluindo métodos de entrega dos produtos. Tais métodos podem envolver mudanças no equipamento ou na organização da produção, ou uma combinação dessas mudanças, e podem derivar do uso de novo conhecimento. Os métodos podem ter por objetivo produzir ou entregar produtos tecnologicamente novos ou aprimorados, que não possam ser produzidos ou entregues com os métodos convencionais de produção, ou pretender aumentar a produção ou eficiência na entrega de produtos existentes. Em algumas indústrias de serviço, a distinção entre processo e produto pode ser nebulosa. Por exemplo, uma mudança de processo em telecomunicações para introdução de uma rede inteligente pode permitir a oferta ao mercado de um conjunto de novos produtos, tais como espera de chamada ou visualização da chamada. Para um melhor entendimento sugerimos consultar o Manual Oslo.

INOVAÇÃO DE PROCESSO E PRODUTO TECNOLÓGICO EM NÍVEL MUNDIAL
Uma inovação PTT em nível mundial ocorre na primeira vez em que um produto ou processo novo ou aprimorado é implantado. Inovações PPT em nível da empresa apenas ocorre quando é implantado um novo produto ou processo que seja tecnologicamente novo para a unidade em questão, mas que já tenha sido implantado em outras empresas e setores industriais.

INOVAÇÃO DE PRODUTOS E PROCESSOS TECNOLÓGICOS (PPT)
Compreende as implantações de produtos e processos tecnologicamente novos e substanciais melhorias tecnológicas em produtos e processos. Uma inovação PPT é considerada implantada se tiver sido introduzida no mercado (inovação de produto) ou usada no processo de produção (inovação de processo). Uma inovação PPT envolve uma série de atividades científicas, tecnológicas, organizacionais, financeiras e comerciais. Uma empresa inovadora em PPT é uma empresa que tenha implantado produtos ou processos tecnologicamente novos ou com substancial tecnológica durante o período em análise. A exigência mínima é que o produto ou processo deve ser novo (ou substancialmente melhorado) para a empresa (não precisa ser novo no mundo). Estão incluídas inovações relacionadas com atividades primárias e secundárias, bem como inovações de processos em atividades similares.

INOVAÇÃO GERENCIAL E ORGANIZACIONAL
Compreende a introdução de estruturas organizacionais substancialmente modificadas; a implementação de técnicas avançadas de gestão, bem como a implementação de orientação estratégica corporativa nova ou substancialmente modificada.

INOVAÇÃO INCREMENTAL
É a introdução de qualquer tipo de melhoria em um produto, processo ou organização da produção dentro de uma empresa, sem alteração na estrutura industrial.

INOVAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL
Criação de tecnologias, processos e metodologias originais que possam vir a se constituir em propostas de novos modelos e paradigmas para o enfrentamento de problemas sociais, combate à pobreza e promoção da cidadania.

INOVAÇÃO RADICAL
É a introdução de um novo produto, processo ou forma de organização da produção inteiramente nova. Este tipo de inovação pode representar uma ruptura estrutural com o padrão tecnológico anterior, originando novas indústrias, setores ou mercados.

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DE PROCESSO
Compreende as implantações de processos tecnologicamente novos bem como substanciais melhorias tecnológicas em processos; é considerada implantada se tiver sido utilizada no processo de produção.

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DE PRODUTO
Compreende as implantações de produtos tecnologicamente novos bem como substanciais melhorias tecnológicas em produtos; é considerada implantada se tiver sido introduzida no mercado.

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DE SERVIÇOS
Compreende as implantações de serviços tecnologicamente novos bem como substanciais melhorias tecnológicas em serviços. Política Operacional FINEP

J
Jaqueta Estrutura de suporte de uma plataforma fixa que vai desde a fundação até pouco acima do nível do mar e sobre a qual são instalados o convés e/ou módulos.

L
Lamina d´água
Distância entre a superfície da água e o fundo do mar.

LH (Line Handler)
Navio especializado no manuseio de espias, usado nas operações de transporte ou ancoragem das plataformas, transportando os cabos entre a plataforma e o rebocador ou até a bóia para conexão com cabos da âncora. Embarcações de 1.200 a 1.500 HP e 500 TPB.

M
Mini-supply
Como o nome indica é uma versão menor da embarcação de suprimentos, desempenha atividades multifuncionais com uma potência de 2.000 HP e capacidade de carga de 300 TPB.

Monoboia
Bóia onde se ancoram navios em alto-mar.

MPSV (Multipurpose Supply Vessel)
Navio multitarefa, suprimento e manuseio de âncoras.

O
Offshore
Atividades no mar.

Óleo
Porção do petróleo existente na fase líquida nas condições originais do reservatório e que permanece líquida nas condições de pressão e temperatura de superfície.

Óleo Combustível
Frações mais pesadas da destilação atmosférica do petróleo. Largamente utilizado como combustível industrial em caldeiras, fornos, etc.

Onshore
Atividades em terra.

OSRV (Oil Spill Recovery Vessel)
Navio de combate a derramamento de óleo dotado de especificações que permitem trabalhar na mancha de óleo, em atmosfera onde a evaporação do petróleo produz gás natural, por isso é dotado de sistemas elétricos blindados para evitar a produção de faíscas. Tem equipamentos para aspirar o óleo derramado e armazenar num tanque a bordo. A capacidade de combater o derramamento pode ser criada num PSV ou AHTS.

P
Panamax
Tipo de navio com capacidade de transportar entre 55.000 e 70.000 toneladas de petróleo ou derivados e atende as restrições de passagem pelo Canal de Panamá.

Petróleo
Todo e qualquer hidrocarboneto líquido em seu estado natural, a exemplo do óleo cru e condensado.

Petróleo bruto
Petróleo no estado em que se apresenta na natureza, sem ter sofrido processamento.

Plataforma auto-elevável
Plataforma marítima com três ou mais pernas de tamanho variável, que pode ser posicionada em locais de diferentes profundidades, apoiando as pernas no fundo do mar, elevando-se acima da superfície marítima.

Plataforma fixa
Plataforma montada sobre estrutura fixa (jaqueta), que se apóia no fundo do mar.

Plataforma semi-submersível
Pataforma marítima com flutuadores, sem apoio no solo submarino.

PSV (Platform Supply Vessel)
Nova geração de navios de suprimento, com maior capacidade de carga, maior potência de motor e velocidade para enfrentar maiores distâncias, dotados de sistemas de posicionamento dinâmico e impulsionadores laterais (thrusters) que ampliam sua capacidade de manobra. Potência a partir de 3.000 HP, capacidade de carga a partir de 2.000 TPB.

R
REPETRO
Importação sem nenhum imposto.

Riser
Porção vertical de uma linha de escoamento para transporte do óleo/gás natural do poço até a plataforma.

Royalty
Valor pago pelo direito de uso de um bem pertencente a outrem.

RSV (Research Supply Vessel)
Barco de apoio à pesquisa.

S
Sísmica
Técnica de obtenção de informações geológicas através da captação de sinais sonoros refletidos nas camadas subterrâneas.

Sonda
Equipamento utilizado para realizar perfurações.

Suezmax
Tipo de navio capaz de transportar cerca de um milhão de barris de petróleo (cerca de 130.000 a 150.000 toneladas), atendendo desta forma, as restrições de passagem pelo Canal de Suez.

SV (Supply Vessel)
Barco de apoio; barco de suprimento; barco de abastecimento. Termo dado à embarcação geralmente um rebocador de alto mar sem dipositivos para reboque ou manuseio, destinada ao transporte de material e granéis líquidos e sólidos para as unidades ao largo (offshore).

T
Tancagem
Conjunto de tanques.

TECNOLOGIA
Tecnologia é o conjunto organizado de todos os conhecimentos científicos, empíricos ou intuitivos, empregados na produção e comercialização de bens e serviços. A tecnologia gerada ou aperfeiçoada pela pesquisa e desenvolvimento experimental pode exigir diferentes graus de elaboração até o seu emprego numa unidade produtiva. Essa elaboração exige os serviços especializados de engenharia . Em outras palavras, a tecnologia produzida pela pesquisa e desenvolvimento experimental tem que ser "engenheirada" para poder ser utilizada pelo setor produtivo. Assim, para que os conhecimentos gerados pelas universidades, institutos e outras organizações envolvidas em pesquisa e desenvolvimento tenham resultado concreto no setor produtivo, há que se cuidar do estabelecimento de alta competência em se "engenheirar". A estreita ligação entre Ciência e Tecnologia fez surgir o binômio Ciência e Tecnologia - C&T e a forma de se comunicar estes conhecimentos é através da informação. LONGO, W.P. Conceitos Básicos sobre Ciência e Tecnologia. Rio de Janeiro, FINEP, 1996. v.1.

TS (Tug Supply)
Rebocador. Embarcação de pequeno porte mas robusta e equipada com potentíssimos motores e grandes hélices, especialmente projetada para rebocar navios e também usada na indústria de petróleo para rebocar plataformas marítimas.

U
UEP (Unidade Estacionária de Produção)
Embarcação que permanece posicionada numa mesma locação, geralmente por alguns anos, ancorada ou, em alguns casos, em posicionamento dinâmico, para receber a produção de poços e injetar fluidos na formação.

Unidade de Hidrotratamento (UHDT)
Processo usado para remover impurezas tais como enxofre, nitrogênio, oxigênio, haletos e traços de metais, que podem desativar os catalisadores dos processos anteriormente descritos, envenenando-os. A operação de hidrotratamento também melhora a qualidade das frações ao converter as mono e di–olefinas em parafinas, com o propósito de reduzir a formação de goma nos combustíveis.

Unidade de Hidrocraqueamento Catalítico (UHCC)
Processo de craqueamento catalítico realizado sob pressõs parciais de hidrogênio elevadas.

Unidade de Coqueamento Retardado (UCR)
Forma mais severa de craqueamento térmico, transforma resíduo de vácuo em produtos mais leves, produzindo adicionalmente coque.

Unidade de Alquilação (UALQ)
A alquilação é um processo utilizado para produzir gasolina de alta octanagem a partir do isobutano formado principalmente durante o craqueamento catalítico ou durante as operações de coqueamento, mas também proveniente das etapas de reforma catalítica, destilação ou processamento do gás natural. A alquilação é um processo que tem como objetivo a reunião de duas moléculas, usualmente uma olefina e uma isoparafina, a fim de originar uma terceira, de peso molecular mais elevado e mais ramificada. Esta síntese pode ser feita através do uso de energia térmica ou de catalisadores, normalmente ácido sulfúrico ou ácido fluorídrico.

Unidade de Craqueamento Catalítico Fluido de Resíduo (URFCC)
Utiliza calor, pressão e catalisador para efetuar a quebra de moléculas menores e mais leves. Substitui amplamente o craqueamento térmico produzindo mais gasolina de alta octanagem, assim como menores quantidades de óleos combustíveis pesados e de gases leves, em condições operacionais mais brandas.

Upstream
Atividades de exploração e produção.

UT (Utility)
Navio utilitário para tarefas diversas, transportes de cargas menores e muitas vezes essenciais que não podem esperar a programação normal dos navios maiores. Potência 2.000 HP e capacidade de carga de 120 TPB.

W
WSV (Well Simulation Vessel) Navio de estimulação de poços de petróleo. Embarcação com a capacidade de manobra de rebocadores de alto-mar e equipamentos capazesde, através de bombas de altíssima pressão, executarem serviços nos poços de petróleo.

Quem é quem


Aker Kvaerner produzirá tecnologia para plataformas marítimas da Petrobras


ArcelorMittal avança na distribuição de aço


Fábrica de cascos de plataforma é pioneira


Petrolíferas estão à caça de pequenos fornecedores



Rede Petro Duque de Caxias

Missão
Fomentar a realização de negócios para as empresas associadas à rede, de forma sustentável, contribuindo para o desenvolvimento do país.

Visão
Ser reconhecida pela qualidade dos seus produtos, serviços e solidez de suas empresas associadas, tendo como foco ainda a responsabilidade social e ambiental.

Objetivos
Articular parcerias com governos, fornecedores, instituições de fomento e de ensino; desenvolver a competitividade das empresas associadas à rede, promovendo a sua inserção e manutenção no mercado de petróleo, gás e energia e outros; dar visibilidade às empresas associadas e ampliar as possibilidades de mercado para as empresas associadas obtendo-se o fortalecimento e diversificação dos seus negócios.


Rede Petro Rio

Missão
Fomentar a geração de negócios entre as associadas e os participantes da cadeia produtiva do petróleo, gás e energia, como forma de dar visibilidade e representatividade à REDE PETRO RIO.

Visão
Ser reconhecida como entidade representante nas empresas fornecedoras da cadeia produtiva de petróleo, gás e energia, com voz na tomada de decisões que influenciam o setor.

Objetivos
- Promover negócios entre empresas qualificadas junto aos fornecedores, fabricantes e clientes do setor energético.
- Apoiar o desenvolvimento da infra-estrutura nas empresas da cadeia produtiva de petróleo, gás e energia.
- Divulgar os serviços e produtos das associadas da REDE PETRO RIO, servindo de elo entre a oferta e a demanda no mercado


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