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Amargo é uma pequena árvore que cresce cerca de 2 a 3 metros de altura e é nativa do Norte do Brasil, Venezuela, Suriname, Colombia, Argentina, Panamá e Guiana. Conhecida na botânica como Quassia Amara, ela é usada e comercializada junto com espécies de uma outra árvore Picrasma excelsa. Também com nome vulgar Quassia e muitos dos mesmos constituintes a P. excelsa é muito maior (até 25 metros) e ocorre nos trópicos da Jamaica e Caribe. Na floresta amazônica, Amargo é usada principalmente como a quinina, para malária e febres. Ela cresce nas elevações mais baixas, onde a quinina não cresce e contém os mesmos fitoquímicos anti-malária da quinina. Adicionalmente é utilizada como inseticida, como tônico e para hepatite. Índios brasileiros utilizam as folhas em banhos para sarampo bem como para enxaguar a bopca após uma extração de dente. Índios do Suriname usam a casca para febres e parasitas.

na medicina herbal brasileira atualmente, Amargo é considerado tônico e aperitivo, recomendado para diarréia, disenteria, blenorragia, gases intestinais, dores de estômago, anemia, desordens no fígado e gastrointestinais. O herbalista David Hoffman recomaenda-a como excelente remédio para condições dispépticas, para estimular produção de saliva e sucos digestivos e para aumentar apetite: "It may safely be used in all cases of lack of appetite such as anorexia nervosa and digestive sluggishness". Amargo contém muitos dos consituintes ativos e fitoquímicos da quinina, e contém outro componente chamado quassin, principalmente na casca. Uma companhia japonesa depositou uma patente em 1986 sobre a extração de diversos quassinóides do Amargo com propriedades anti-ulcera. na casca é encontrada outro fitoquímico chamado quassimarin, de propriedades anti-tumorais. Muitos estudos demonstraram a eficácia da quassia no tratamento de piolhos (pediculose). Cientistas na Universidade Cristã do Texas demonstraram em 1996 que um extrato do Amargo apresentava propriedades anti-virais contra células MT2 linfoblastóides infectadas com HIV. Pesquisadores na Índia, demonstraram sua eficácia na atividade larvicida contra diversos tipos de insetos, incluindo mosquitos.

Fonte:
http://www.rain-tree.com/amargo.htm
acesso em agosto de 2002
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