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Um aparelho que reduz a contaminação do ar por microorganismos foi desenvolvido pelo físico Gilberto Janólio no Centro Incubador de Empresas Tecnológicas da Universidade de São Paulo (USP). Com o nome comercial de SuperAr, o redutor microbiológico elimina fungos e bactérias por meio do calor. Em milésimos de segundo, ele eleva a 230 graus a temperatura do ar que, em seguida, é resfriado e devolvido ao ambiente com a temperatura original. O aparelho é um sistema aberto de passagem de ar com um sistema térmico fechado. A entrada do ar é forçada por um ventilador; à medida que ele entra, empurra o ar que já está no aparelho para fora. O calor, gerado por uma resistência térmica, fica preso no equipamento. Dentro dele, o ar de entrada e de saída são separados em câmaras isoladas, ligadas termicamente. Um trocador regenerativo com finas placas de alumínio em sua superfície transfere a temperatura do ar que sai para o que entra. Isso limita o consumo de energia a apenas 266 watts - pouco maior que o de quatro lâmpadas de 60 W. O equipamento é portátil e atinge sua capacidade máxima 30 minutos após ter sido ligado. Ele comporta 22.300 litros de ar por hora, o bastante para reduzir a contaminação de salas de 30 a 60 metros cúbicos. O exame do ar após uma passagem pelo aparelho indica eficiência média de 85% a 90%. Em 4 horas, ele renova 98% do ar, mas o ideal é que fique ligado o dia inteiro. Testes em laboratórios do Instituto Adolfo Lutz comprovaram que o sistema elimina os Bacillus stearothermophilus e os Bacillus subtilis, duas das bactérias mais resistentes ao calor que, por isso, são usadas como parâmetro internacional. O Instituto de Ciências Biomédicas da USP atestou sua eficácia contra fungos (grandes causadores de alergias). Nos próximos meses, o Hospital das Clínicas de São Paulo fará testes com o bacilo da tuberculose, que é transmitido pelo ar e possui cepas resistentes a antibióticos. Embora não tenha sido testada, Janólio acredita na eficácia do aparelho contra vírus e ácaros, que são muito menos resistentes ao calor. O equipamento seria capaz também de destruir as proteínas alergênicas. "As ligações moleculares das proteínas que constituem os seres vivos rompem-se a 170 graus centígrados", explica o físico. O SuperAr, indicado para setores de conservação de alimentos, zootecnia, laboratórios de biologia e hospitais, custa R$ 988 e pode ser encontrado em lojas de produtos médico-hospitalares e de artigos para pessoas alérgicas. Fundada em 1990, a KIIR iniciou no ramo de indústria, comércio e manutenção de esquadrias de alumínio, estruturas metálicas e obras de construção civil. Em 92 passou a atender Pessoas Jurídicas executando serviços de manutenção em prédios comerciais, tendo entre seus clientes empresas de porte nos setores - Bancário, Orgãos Públicos, Hotelaria, Hospitais e Shopping Centers. Visando expandir seus negócios a KIIR apresenta seu mais novo projeto - um esterilizador de ar denominado SuperAr (www.superar.com.br). A utilização do SuperAr trará benefícios nas áreas Residencial, Hospitalar, Consultórios médicos e odontológicos, Clínicas especializadas, Ambientes Corporativos, Agricultura (SILOS) e Hotelaria. A política de vendas do produto é iniciar pelas grandes capitais brasileiras, Mercosul e o resto do mundo, tendo a estimativa de que o mercado mundial seja proporcional ao PIB Brasil. A KIIR foi selecionada para participar do 3º Venture Forum (SP) realizado em 18 e 19 de abril de 2001. Fonte: http://www.uol.com.br/cienciahoje/chdia/n224.htm acesso em fevereiro de 2002 envie seus comentários para otimistarj@gmail.com. |