INVENÇÕES COM DEPÓSITOS DE PATENTES JUNTO AO INPI
Xavante - PI8804869-1
João Gurgel (Gurgel)
O pequeno jipe Xavante, tecnologia 100% nacional, servia com valentia no fora-de-estrada, mas também fez sucesso como uma opção aos bugues no lazer
Miura - MI5000408-5
Aldo Besson e Itelmar Gobbi (Besson, Gobbi S.A)
Apresentado no Salão do automóvel em 1976 - época das restrições as importações de carros - o Miura, foi um carro do estilo fora de série, lançado em 1977 que representava uma inovação no setor
Chamonix - MU5800364-9
Milton Masteguin
A Chamonix começou a produzir réplicas em 1987, quando foram criados os primeiros moldes e ferramentaria para fabricar em fibra de vidro o Spyder 550, tendo como base o trabalho de Milton Masteguin (um dos fundadores da Puma Ind. Veículos S.A.) e o norte-americano Chuck Beck (técnico em aeronáutica e projetista de carros de corrida).
Cabeçote do Motor Zetec Rocam - PI0010639-9
Fernando Barata de Paula Pinto
O diretor de planejamento e controle da Maxion Internatinal Motores, Fernando Barata de Paula Pinto recebeu em outubro de 2000 o prêmio Henry Ford de Tecnologia. Ele é o único brasileiro agraciado duas vezes com a premiação de caráter internacional e a mais importante concedida pela Ford Motor Company. O prêmio foi conquistado pelo projeto desenvolvido pela equipe de manufatura da Fundição do conjunto industrial da Ford, para os motores Zetec RoCam que equipam os veículos Ka, Fiesta e Escort. Em 1982 Fernando Barata conquistou a premiação com o desenvolvimento dos motores à álcool
Motor híbrido - PI9904360
Antonio Vicente Souza e Silva(Eletra)
Uma empresa controlada da Viação ABC de São Bernardo do Campo/SP, a Eletra, fabrica ônibus de motores híbridos, ou seja, parte elétrico, parte a combustível. Usa qualquer combustível: diesel, gas ou alcool, economizando o combustível e eliminando a poluição por emissão de partículas, que saem da fumaça dos motores, em até 90%. Foi essa característica que fez com que os ônibus da Eletra fossem os preferidos numa licitação internacional pela Prefeitura de Santiago do Chile para substituir 1.000 ônibus que atualmente trafegam na cidade mais poluída da América Latina. Mais que a Cidade do México e São Paulo.
MAPV - Motor à álcool pré-vaporizado - PI8402740-1
Romeu Corsini
Com lucidez, conhecimento e persistência invejáveis, o professor e cientista Romeu Corsini, 82 anos, considerado um dos "papas" do álcool e um dos "pais" do Proálcool (Programa Nacional do Álcool) - que foi iniciado no Brasil na década de 70, não por uma preocupação ambiental, como é hoje, mas devido a escassez do petróleo -, está depositando toda sua confiança na viabilização comercial de seu maior sonho: o MAPV (motor a álcool pré-vaporizado) que faz 16 quilômetros com um litro de álcool.
Motor à álcool - PI8106855-7
Urbano Ernesto Stumpf
O Prof.Urbano Ernesto Stumpf é gaucho de Não-me-Toque -RS, tem atualmente 80 anos. É considerado o papa do Alcool, chefiava o Laboratório de Pesquisas de Motores do CTA - Centro de Tecnologia Aeroespacial de São José dos Campos. A sua empresa a PENTRA, foi encarregada em 1974 de desenvolver e adaptar os motores a alcool, que tanto sucesso alcançou naquela época. Seu pioneirismo nas pesquisas para uso do álcool como combustível ao primeiro motor movido a óleos vegetais, rendeu-lhe diversos prêmios.
Quadricículo articulado - MU7801122-1
Antonio Carlos Batista Sanjuan
A idéia do Quadriciclo Articulado tem como base o projeto de um triciclo, que chegou à fase de protótipo (MU 7002934). O primeiro experimento de Antônio Carlos foi um triciclo com articulações axiais, que, segundo ele, apresentou resultados positivos em manobras, segurança e facilidade de uso. Construído artesanalmente (com exceção do chassi, o material utilizado era reciclado, a partir de sucatas de carros e motos), o veículo possui, segundo Antônio Carlos, motor 180 cilindradas e alto torque.
Aeromóvel - PI8503504
Oskar Coester
Um charuto de alumínio que desliza sobre um colchão de ar. É o aeromóvel suspenso a cinco metros de altura numa via sustentada por pilares de concreto, que une duas estações desertas de passageiros, no centro de Porto Alegre. A linha tem 90 centímetros de largura e 750 metros de comprimento. Está lá há 18 anos e custou US$ 6,5 milhões. O princípio que move o aeromóvel é singelo, o mesmo do barco à vela, apenas invertido. Um ventilador subterrâneo suga o ar da atmosfera para jogá-lo dentro de um duto oco sob os trilhos. O ar deslocado no túnel empurra uma placa de propulsão – espécie de vela virada de cabeça para baixo, colada ao veículo.
Pneu duplo - patente n.87530 de 1971
Maximo Calullerovich
O argentino naturalizado montenegrino Máximo Calullerovich idealizou seu invento em 1942, aos 10 anos, quando ainda morava na Iuguslávia. Em 1971 ele fez o depósito da patente do pneu duplo no Brasil e alega que o pneu Acqua Contakt fabricado na Alemanha desde 1993 e o Acquatred da Goodyear são cópias de sua invenção, sem que tenha recebido qualquer retorno financeiro.
Sinalização de parada de veículo - PI0002829
Cláudio Callia
Uma idéia modesta, porém bastante eficiente do engenheiro autônomo Cláudio Callia propõe a adoção de um simples sensor de movimento que manteria as luzes de freios acesas com o veículo parado, mesmo sem o pedal acionado, para evitar colisões traseiras, as mais frequentes de acordo com as estatísticas.
FlexTek - PI0402326-9
(AGE)
Conversor bi-combustível que permite ao seu carro operar movido a álcool, gasolina ou mistura de ambos. O Flextek é um produto desenvolvido para reduzir o gasto do combustível e proporcionar a flexibilidade na hora de abastecer o seu veículo. O Flextek se adapta à maioria dos veículos com injeção eletrônica multiponto digital presentes no mercado, inclusive modelos importados. Seu sistema de conversão baseia-se em uma sofisticada tecnologia desenvolvida pela divisão Smartek, pertencente á Age Intelligent Technology.
Sistema anti furto de combustíveis - MU8301008-4
João Luiz Maier
Joao Luiz Maier inventou uma peneira feita em aço niquelado, que é colocada na boca do tanques de caminhao,isso impede que seja tirado oleo diesel do tanque, pratica que vem aumentando consideravelmente tanto pelos motoristas tanto pelos "gatos" de posto, que ficam esperando os motoristas dormirem para praticarem o furto. Esta peneira está diminuindo o ato em até 95%.
Aparelho levantador de semi reboque - PI0100409-3
(Randon)
A Randon S.A. - Implementos e Participações é uma holding mista, líder de um conjunto de sete empresas operacionais que reúnem um quadro de cerca de 6,6 mil funcionários. As Empresas Randon atuam nas áreas de implementos rodoviários/ vagões ferroviários/ veículos especiais, autopeças/ sistemas automotivos e serviços.
Ecomóvel B-5 PI9104877
Aureci Gasparini
O engenheiro curitibano Aureci Gasparini inventou um automóvel que pode rodar 10 mil quilômetros sem reabastecimento, com capacidade para três pessoas, velocidade máxima de 105km/h, câmbio de 4 ou 5 marchas, carroceria de fibra de vidro e um motor elétrico que permite autonomia de 400km
Troca de óleo a vácuo - PI9005731
João Cláudio Degani
Preocupado em diminuir o tempo de troca de óleo por escorrimento (leva cerca de meia hora), a poluição causada pelos vestígios de óleo derramado no chão e os riscos de o mecânico se expor ao contato com um derivado de petróleo, o engenheiro João Cláudio Degani desenvolveu um sistema de troca a vácuo e patenteou-o no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), há 12 anos, tendo sido fabricadas mais de 5000 unidades, tendo sido exportada para diversos pases da America do Sul.
Rodoar - PI9301830-4
Fernando Marcelo Carletta
Rodoar® é o calibrador automático de pneus da Siemens VDO. O sistema monitora e mantém a pressão dos pneus mesmo com o veículo em movimento. O Rodoar® permite que o veículo continue rodando mesmo com pequenos furos no pneu até que se chegue a um local seguro para realizar o reparo.


INVENÇÕES SEM DEPÓSITOS DE PATENTES JUNTO AO INPI
Carro a hidrogênio
Ennio Perez Silva (Unicamp)
O recém criado Centro Nacional de Referência em Energia do Hidrogênio (CENEH) da Unicamp, desenvolveu o carro Vega, um protótipo que utiliza o hidrogênio como combustível, juntamente com células fotovoltaicas, aquelas que fazem uso da energia solar.
Gol
Philipp Schmidt (Volkswagen do Brasil)
Projeto nacional, inspiração alemã (modelo EA-276 de 1969) em maio de 1980 o Gol chegava ao mercado, nas versões básica e L, produzido na nova fábrica em Taubaté.
SP2
Márcio Piancastelli e José Vicente Martins (Volkswagen do Brasil)
O SP2, o primeiro carro nacional totalmente projetado no Brasil, foi desenhado por Senor Schiemann, que desde 1969 já tinha idealizado o desenho básico do carro. A frente do SP2 foi inspirada no modelo europeu VW 412 (Type 4), (assim como os brasileiros Variant e Brasilia, também criados por Rudolf Leiding).
Puma
Jorge Lettry (Vemag)
Homens arrojados desenvolveram o esportivo nacional mais famoso, bonito e original. Tudo começou quase na metade da década de 60, quando nossa indústria automobilística ainda engatinhava.
Brasília
Márcio Piancastelli e José Vicente Martins (Volkswagen do Brasil)
O projeto e sonho de Rudolph Leiding, presidente da Volkswagen do Brasil no início da década de 70, deu certo -- apesar de o executivo alemão ter assumido o controle do grupo mundial antes de ver o carro ganhar as ruas brasileiras. Sua intenção era desenvolver um novo automóvel para suceder o Fusca. O design coube aos designers Márcio Piancastelli e José Vicente Martins.
Cena e BR800
João Gurgel (Gurgel)
Em 1974 a Gurgel apresentava um pioneiro projeto de carro elétrico. O Itaipu - alusão à usina hidrelétrica - um minicarro de uso exclusivamente urbano para duas pessoas, fácil de dirigir e manobrar, que usava baterias recarregáveis em qualquer tomada de luz, como um eletrodoméstico. Um dos modelos elétricos se chamaria CENA -- carro elétrico nacional --, nome que ressurgiria no projeto do BR-280/800, modelo à gasolina, com o "e" representando "econômico".
Brasinca
Rigoberto Soler Gisbert
O Brasinca 4200 GT ou Uirapuru, teve particularidades como carroceria de aço feita à mão e testes de aerodinâmica em túnel de vento. Carros fora-de-série brasileiros inspirados em esportivos estrangeiros, ou mesmo copiados deles, existem às dezenas. Mas a reprodução de elementos de estilo de um legítimo nacional -- o Uirapuru/4200 GT -- por uma empresa européia é sempre motivo de surpresa. Pois é o que muitos acreditam ter ocorrido, sem licença ou autorização, com a inglesa Jensen e seus cupês FF e Interceptor.
Democrata
Nelson Fernandes
A Indústria Brasileira de Automóveis Presidente (Ibap) foi uma empresa genuinamente nacional que criou um carro de luxo, com tecnologia, desempenho e desenho muito mais avançados que os de seus concorrentes da época. Chamava-se Democrata o elegante sedã. O carro teve seu lançamento abortado por intervenção do Banco Central na IBAP. O processo se arrastou por 20 anos e, ao final, o Supremo Tribunal Federal reconheceu que a intervenção era indevida. Mas aí o projeto de fazer um automóvel com capital formado pela venda de ações ao público já era inviável.
Emme
(Megastar)
Em 1997 a Megastar, um fabricante de scooters sediado em Pindamonhangaba, interior do estado de São Paulo, iniciou a produção de um sedã de luxo chamado Emme 400. O veículo, desenvolvido no Brasil, tinha construção tipicamente brasileira: chassis tubular e carroceria de material plástico. A novidade é que em vez de fibra de vidro foi usado um polímero avançado, desenvolvido pela própria Megastar, chamado VeXtrim.
CBT Javali
(CBT)
O outro único carro 100% projetado e manufaturado no Brasil, além do Gurgel BR-800, foi o CBT Javali, lançado em 1990. A CBT (Companhia Brasileira de Tratores), como seu nome sugere, era uma fabricante de tratores, que resolveu criar um off road, um verdadeiro utilitário, que fosse forte, ágil e brasileiro.
Rural Willys
(Willys-Overland )
Em 1959 é desenvolvido o primeiro design de carro nacional Rural Willys, pela Willys Overland do Brasil. A primeira grande inovação veio na Rural de 1960: a dianteira ganhou linhas exclusivas para o mercado brasileiro. O pára-brisa passou a ser inteiriço e o mesmo aconteceu com o vidro traseiro.
Carro que estaciona sozinho
Sadek Absi Alfaro (UNB/Fiat/Inria)
O aparelho para estacionar veículos é composto por sensores de ultra-som de funcionamento análogo ao dos 'radares' que permitem aos morcegos se localizar no meio ambiente.
Carro à hidrogênio
Paulo Emílio de Miranda (UFRJ)
Os engenheiros da Coppe estão desenvolvendo o chamado "tanque maciço", um sistema para armazenamento seguro de grandes quantidades da substância. Caminha-se na direção de um tanque do tamanho de um butijão de gás, pesando cerca de 200 kg. O tanque conterá 8 kg de combustível, suficientes para fazer o carro rodar por 400 quilômetros.
Ônibus biarticulados
(MarcoPolo)
A MarcoPolo foi uma das pioneiras em articulados e biarticulados (juntamente com a Ciferal) e também detém o pioneirismo do Double Decker. Hoje, com uma linha diversificada, que cobre praticamente todos os tipos de ônibus, a empresa exporta para vários países, tanto unidades montadas quanto CKDs (unidades desmontadas). Fornece ainda o know-how da montagem para as empresas estrangeiras que importam seus CKDs.
Ônibus com dois planos
(Busscar)
A Nielson, de Joinvile (SC), fundada em 1946 como fábrica de móveis, em 1949 lança sua primeira carroceria de madeira. Em 1961 a empresa lança o Diplomata, um clássico, o primeiro ônibus nacional com dois planos.
SM
(Santa Matilde)
Como tantas outras fábricas de veículos fora-de-série, a Companhia Industrial Santa Matilde não surgiu para produzir automóveis. As especialidades da empresa, com fábricas em Conselheiro Lafaiete, MG e Três Rios, RJ eram componentes ferroviários, estruturas e produtos agrícolas -- até que, em 1975, lançou um cupê sofisticado e potente. O "SM", como era chamado, utilizava mecânica do GM Opala, sua carroceria era em fibra-de-vidro com uma estrutura reforçada de ligas de aço.
Engesa 4x4
(Engesa)
A Engesa era uma empresa paulista que se consagrou na produção de veículos militares. Foi fornecedora de carros de combate do Exército Brasileiro, produzindo blindados com rodas e esteira, entre eles verdadeiros clássicos como o Urutu. A grande obra prima da Engesa surgiu justamente dessa relação com o Exército Brasileiro: o Engesa-4, um utilitário para uso fora-de-estrada, com fórmula semelhante à consagrada pelo Jeep Willys. Porém não era mera cópia deste, sua mecânica desenvolvida no Brasil (à exceção do motor), lhe proporcionava capacidade de superar obstáculos fora do comum.
Sabiá 4
Laércio Caldeira (Unifei)
Professores e universitários mineiros criaram o protótipo de um carro capaz de percorrer cerca de 480 quilômetros com apenas um litro de gasolina. O projeto, apresentado na França durante a 18ª Shell Éco-Marathon, prova que reúne as principais montadoras automobilísticas para avaliar modelos de carros mais econômicos e menos poluentes, concorreu com 180 equipes participantes.
Servoembreagem ABH 2000
Teodósio Chupel
Mais de cem veículos já estão testando o servoembreagem ABH 2000, criado pelo inventor papanduvense Teodósio Chupel para diminuir o esforço do motor. A peça é única no mercado mundial e diminui em até 90% o peso da embreagem. De acordo com o mecânico o diferencial de sua invenção em relação aos outros modelos já existentes é a utilização da pressão da bomba da direção hidráulica para o seu funcionamento, o que permite o funcionamento mesmo com o motor desligado. O inventor já foi procurado pela Massey Ferguson que também está interessada em testar o modelo em seus veículos.
Suspensão hidráulica
Carlos André Cosac
O estudante de Engenharia Mecânica Carlos André Cosac, 23 anos, colocou seus conhecimentos em prática, juntou sucata, fabricou peças e equipou seu Chevette ano 85 com a suspensão que desenvolveu. O projeto de Carlos André pode parecer familiar. O sistema hidractive, que ficou famoso com o Citroën Xantia e que hoje equipa o C5, funciona de maneira semelhante à suspensão do aluno de engenharia mecânica.
Lobini
José Orlando Arrochela Lobo e Fábio Birolini
O Projeto Lobini nasceu em Novembro de 1998, através da associação do empresário José Orlando Arrochela Lobo e do Eng. Fábio Birolini, Chamonix, fabricante de réplicas de Porsche dos anos 50.
Troller
Mário Araripe
A Troller, fabricante do jipe para uso off-road (fora de estrada) foi fundada por um grupo de engenheiros e empresários cearenses, entre eles Mário Araripe - que atua nos setores têxtil e hoteleiro -, a Troller só iniciou a produção em série em 1999, após quatro anos de desenvolvimento e de teste.
Motor Brasileiro
(CTA)
Em face do sucesso do PROALCOOL, surgiu naturalmente o interesse por parte do Governo em expandir os trabalhos no sentido de substituir também os motores a óleo diesel. Novamente o CTA foi convidado, pela antiga Secretária de Tecnologia Industrial (STI), do Ministério da Indústria e Comércio (MIC), a colaborar no esforço de desenvolver um motor ciclo Otto a etanol para aplicação pesada, visando gerar tecnologia realmente nacional no campo de motores alternativos de combustão interna, usando combustíveis oriundos da biomassa.
Trava Carneiro
Antônio Carneiro de Albuquerque
Entre as opções mais simples para sistema anti-furto em veículos está a trava carneiro, invenção do pernambucano Antonio Carneiro na década de 60. Instalada sob o painel, o dispositivo trava as rodas e impede que a ignição seja acionada. A instalação dura em torno de 40 minutos e é feita no miolo da chave de ignição e no cilindro mestre de freio.
Motor híbrido
Eduardo Sucar
O técnico em mecânica Eduardo Sucar, proprietário da oficina Rocket Motor's, de São Paulo, transforma o carro a gasolina em híbrido, sem mexer no motor. O motorista pode usar álcool, gasolina ou os dois combustíveis misturados. O sistema é automático e pode ser desenvolvido em carros nacionais e importados, por preços que variam de R$ 350 a R$ 500. Segundo o mecânico, a potência do motor aumenta 20% sem nenhum dano no veículo.
Carro com bafômetro
Diogo Nascimento e Rodrigo Barbosa
Dois estudantes de nível técnico criaram um carro que só dá a partida se o motorista passar pelo teste do bafômetro. Segundo os inventores, Diogo Nascimento, de 18 anos, e Rodrigo Barbosa, de 17, o Dispositivo Automotivo Contra o Alcoolismo no Trânsito (Dacat), instalado no painel do carro, não pode ser burlado. Se outra pessoa soprar no lugar de quem está dirigindo, a manobra será detectada por sensores, que bloqueiam o carro.
Unidade Gaseificadora
Bernardo Cruz Gondim
Bernardo Cruz Gondim, ou mestre Bernardo, como ficou conhecido entre os amigos e alunos dos cursos de Agronomia e Engenharia da Universidade Federal do Ceará (UFC), que conviveram com ele na década de 80, apesar de nunca ter freqüentado cursos de nível superior, era considerado um "doutor" pelo conhecimento que adquiriu sobre gasogênio e combustão.
Motor do novo Corsa
Carlos Buechler (GM Brasil)
Um engenheiro da GM Brasil, especialista em motores a álcool, resolveu ampliar os parâmetros de leitura eletrônica da ignição do Corsa e levou ao Carlos Buechler, diretor de engenharia, a sensação de um bom caminho tecnológico. Buechler, técnico respeitado, resolveu bancar a independência. Da certeza do pesquisador e da sensibilidade do superior, que tomou um caminho pouco usual nesta época de globalização, que anula e dissolve a tecnologia nacional, surgiu uma invenção brasileira, o motor a gasolina, de produção em série com a maior taxa de compressão, usado no novo Corsa. Inacreditáveis 12,6:1.
Meriva
Pedro Manuchakian (GM Brasil)
O Meriva foi desenvolvido em um esforço conjunto dos engenheiros e designers da General Motors no Brasil e da Opel na Alemanha. A equipe de engenheiros e designers da General Motors do Brasil, que desenvolveu o projeto do Chevrolet Meriva recebeu em maio o "2002 Chairman’s Honors Awards". O Chairman’s Honors é o mais importante prêmio concedido pela GM.
Flex Fuel
(Bosh do Brasil/Magneti Marelli)
A tecnologia conhecida como Flex-Fuel nasceu de pesquisas realizadas nos Estados Unidos, Europa e Japão no final da década de 80. A tecnologia se baseia no reconhecimento, por meio de sensores, do teor de álcool em mistura com a gasolina e no ajuste automático da operação do motor para as condições mais favoráveis ao uso da mistura em questão. No Brasil, os estudos para a aplicação dessa tecnologia se iniciaram na Bosch, em 1994. As pesquisas realizadas no Brasil resultaram em uma concepção tecnológica superior à norte-americana. Enquanto nos EUA os veículos Flex-Fuel foram derivados dos veículos a gasolina, no Brasil se aproveitou a experiência com os veículos a álcool, que são equipados com motores de taxa de compressão mais elevada. A tecnologia SFS – Software Flexfuel Sensor, desenvolvida pela Magneti Marelli (SP), usa um programa de computador inserido diretamente no módulo de comando da injeção eletrônica. Em outros países, os veículos Flex usam um sensor físico de combustível caro e inadequado para o combustível brasileiro. A tecnologia SFS é totalmente nacional.
198
Eduardo Ura (FEI/SP)
Vencedor da 30ª edição do concurso Expo MecAut da Faculdade de Engenharia Industrial (SP), o Projeto 198 foi elaborado para receber motor 1.2 a diesel da VW e ser comercializado em mercados como a Argentina e a Alemanha.
GM Sabiá
(GM Brasil)
Entre as atrações apresentadas na "capital do automóvel" Salão do Automóvel 2001, há um modelo experimental desenvolvido pela GM brasileira. Com o logotipo "Sabiá" na traseira, o carro é uma combinação de utilitário com um pequeno cupê, nao chegando a ser uma picape, segundo David Rand, diretor de design da GM do Brasil.
Conceito 4
Gustavo Jota e Guilherme Queiroga (UNB)
É provável que o Conceito 4 jamais saia do arquivo do computador para entrar em linha de montagem, mas a satisfação dos estudantes brasilienses responsáveis pelo projeto do carro é contagiante, que garantem que o projeto está pronto para ser desenvolvido pela indústria automobilística.
Câmbio Hidramatico
Fernando Iehly de Lemos e José Braz Araripe
Dois brasileiros inventaram no início da década de 30 um novo sistema de transmissão para automóveis tendo por fim a substituição da caixa de mudança de velocidade do diferencial, da embreagem, do eixo de transmissão e do freio de atrito de lona. O sistema patenteado nos EUA, foi negociado com a General Motors, que em 1939 o lançou como o câmbio hidramático.
Aruanda
Ari Rocha
Ari Rocha desenvolveu o projeto no ano de 1963/64, tendo conquistado o Prêmio Lúcio Meira de design automobilístico, no Salão do Automóvel de 1964. Em novembro do ano seguinte, o protótipo construído na "Carrozzeria Fissore", na Itália, foi agraciado como proposta mais inovadora do "47º Salone Internazionale dell'Automobile" de Turim. Atualmente está sendo considerado como o primeiro "mono-volume" em forma de cunha, solução hoje muito difundida em praticamente todas mini-vans e em veículos como o Smart e o Mercedes classe A.
Tratamento de discos PTFE
Alfredo Miguel Sabó
A Sabó existe desde 1942 e atua no setor de autopeças, contando com mais de três mil funcionários. A empresa é hoje uma das maiores fornecedoras de sistemas de vedação para a indústria automobilística mundial. O processo que recebu o Prêmio Finep de 2003 na categoria Processo, é pioneiro internacionalmente. Trata-se de uma tecnologia de tratamento superficial de discos de PTFE por meio de plasma, que é um gás ionizado. Os discos de PTFE são anéis de teflon usados na fabricação de autopeças. O tratamento por plasma substitui o antigo processo químico, que utiliza sódio metálico e naftaleno como principais ingredientes.
Fox
Luiz Alberto Veiga (Volkswagen Brasil)
O Projeto 249, do novo Volkswagen Fox surgiu em 1999, como uma adaptação do Pólo (de padrão europeu) a um padrão mais brasileiro. Tupi, como ele vinha sendo chamado, foi logo descartado, devido à ligação com "tupiniquim", que poderia ser pejorativo, e também à semelhança de pronúncia com o verbo urinar (to pee), em inglês. Seguindo tendência iniciada no Japão, onde o espaço é valioso, o Fox cresceu "para cima", e não no comprimento ou na largura. A Volkswagen já utilizara o nome Fox num modelo produzido no Brasil de 1987 até 1993, uma versão exportação do Volkswagen Voyage, jamais vendida no mercado interno.
Placa anticlonagem
(Detran RJ)
O sistema anticlonagem começou a ser utilizado em 2000 e já foi instalado em mais de 140 mil veículos. Os lacres de segurança são numerados e integrados a um banco de dados digital, no qual constam informações sobre o fabricante, a placa e o registro do Renavam, o que permite ao Detran-RJ controlar e evitar a clonagem. O número do lacre também é impresso no documento do veículo.
Voyage
(Volkswagen)
O Voyage foi projetado e fabricado pela Volkswagen do Brasil, assim como o Gol, a Parati e a Saveiro, (a chamada família BX). É claro que a VW não começou do zero, logo, existe uma grande semelhança entre o Voyage e outros carros da marca fabricados na Europa na década de 70, principalmente com o Jetta I, sendo que a parte mecânica era idêntica ao do Passat brasileiro.
EcoSport
Luc de Ferran (Ford)
Luc, que chegou ao Brasil aos 4 anos vindo da França, começou a rabiscar o EcoSport num guardanapo de restaurante em 1996. Hoje, sete anos depois, o utilitário compacto esportivo EcoSport, feito em Camaçari , é sucesso de vendas da Ford. Talento Luc de Ferran, é reconhecido, sempre teve. Mas, até então, seus projetos eram recriações de versões externas, adaptadas ao mercado brasileiro. O EcoSport foi totalmente desenvolvido no País.
Aurora
Oduvaldo Barranco
Em meados de 1989 na cidade de Valinhos-SP, começou um grande trabalho com a idéia de fabricar um automóvel que fosse extremamente inédito e que conta-se com uma alta tecnologia. Sendo assim, foi apresentado pela primeira vez no Salão do automóvel de 1990 o Aurora 122C, seu projeto era idealizado por um dos sócios da empresa, chamado Oduvaldo Barranco e desenvolvido juntamente com engenheiros argentinos, além disso foi a grande atração no salão.
828/2
Anísio Santos e Celso Campos (Obvio, PUC e INT)
O reprojeto do 828/2 foi desenvolvida pelo grupo interno de Designers da Obvio ! e gerenciados pelo Prof. Celso Santos, do Departamento de Design da Universidade PUC - Rio de Janeiro, com apoio do INT - Instituto Nacional de Tecnologia. É o menor carro brasileiro e estaciona em qualquer vaga, até mesmo de lado, entre dois carros !
Motokar
Abraham Kasinsky (Kasinski)
A Kasinski foi fundada na década de 60 por Abraham Kasinsky, ganhador de vários prêmios internacionais como empresário brasileiro. Um produtor inovador da empresa é o Motokar - um triciclo em três versões: Táxikar, Pick-Up e Furgão.
Praticar
Élio Coelho (Hidrauto Service Center)
Aproveitando seu conhecimento profissional, Élio desenvolveu o Praticar, um produto com uma bateria e um acumulador acoplados que dá mais de cinqüenta partidas no carro. Serve para a oficina e para dar socorro na rua, pois Élio sentia essa necessidade quando suas baterias de reserva sumiam ou ofereciam dificuldades para ser transportadas de um lugar para outro.
Thundix
(Equus)
Empresa cearense cria nova concepção de jipe, baseado no jipe norte americano Wrangler, mas que é vendido desmontado e admite peças recondicionadas no intuito de baratear custos
Puma 4000
Ronaldo de Almeida Brochado e Paulo Sérgio Alves
Uma importante criação brasileira, do Eng. Mec. Ronaldo Brochado e do Designer Paulo Sérgio Alves (o PS) deu frutos para a Puma e, após, para a Alfa Metais em Curitiba. O grande diferencial deste projeto foi o chassí com longarinas retas, em perfil 'C', sem diminuir a 'secção' nas extremidades, como era comum então.
FEI X-1
Rigoberto Soler (FEI)
Um professor, um grupo de alunos e muita criatividade. Assim nasceu o Departamento de Estudos e Pesquisas de Veículos num galpão da FEI, no final dos anos 1960. Em poucos anos, o grupo desenvolveu projetos que extrapolaram os limites da faculdade e ganharam notoriedade em todo o Brasil, por apresentar soluções de transporte revolucionárias, a partir das idéias visionárias mas plenamente realizáveis dentro das condições da época e do País de Rigoberto Soler. O primeiro destes projetos foi o FEI X1.
FEI X-3
Rigoberto Soler (FEI)
O FEI X-3 foi um projeto tão arrojado que chamou atenção até do presidente da República no Salão do Automóvel de 1970. Graças ao protótipo, o Governo Federal passou a conhecer melhor o que se fazia na FEI e apoiou financeiramente o desenvolvimento do TALAV, um trem aerodeslizante de alta velocidade.
MiniPuma
Pedro Carociolo e Ronaldo de Almeida Brochado
O projeto MiniPuma sempre com o 'conceito de carroceria monovolume' (algo muito avançado p/a época) e o conceito de porta avançando por sobre a roda dianteira, o que facilita muito o 'entra e sai' do carro, foi projetado para o 'Salão do Automóvel' de 1974 em SP.
Para choques
(Unicamp)
Preocupados com 15.000 mortes anuais em acidentes automobilísticos envolvendo caminhões, engenheiros da Unicamp projetaram um novo pára-choque traseiro que poderá evitar milhares destas fatalidades.
JEG
(Dacunha)
Embora alguns catálogos de época dêem esse modelo commo argentino, o JEG era brasileiro. Lançado em 1978 era fabricado pela Dacunha. O motor era da Brasília, traseiro, com 15 mil cm3 e dois carburadores. da mesma forma que o Gurgel contava com uma espécie de blocante manual, na verdade era possível travar cada uma das rodas independente da outra, mas ao contrário do Gurgel o JEG possuía tração nas quatro rodas. O carro era feito em chapas de aço com carroceria monobloco, ao contrário de seu principal concorrente, mesmo assim encontrou dificuldades e deixou de ser produzido ainda na década de 80
Romiseta
Comendador Américo Emílio Romi (Romi)
Em 1953, a empresa ISO Automoveicoli-Spa, fabricante de pequenas motocicletas e triciclos comerciais, fundada pelo gênio Enzo Rivolta, Isetta 53 - motor ISO apresentou no salão de Turin um projeto iniciado em 1952 denominado Isetta, (pequena ISO), do engenheiro chamado Preti. Apesar da boa aceitação no mercado italiano, a sua "vida" na Itália teve um curto período. Em 1956, esta fábrica transferiu todo seu maquinário para a empresa Romi, no Brasil, onde, segundo registros, o Comendador Américo Emílio Romi, proprietário da empresa Máquinas Agrícolas Romi, em Santa Bárbara do Oeste - SP, iníciou a fabricação da Romi-Isetta.
A4
(TAC)
No primeiro semestre de 2006, o Brasil poderá ter seu segundo automóvel nacional, 11 anos depois da falência da empresa brasileira Gurgel e dez anos após o surgimento da Troller, produtora de jipes. A Tecnologia Automotiva Catarinense (TAC) começará a produzir no ano que vem o lote-piloto do projeto A4, um veículo fora-de-estrada desenvolvido por um grupo de empresas de Santa Catarina, a partir do projeto de lideranças locais para haver uma indústria automobilística no Estado.
Amazonas
Luiz Antonio Gomi e José Carlos Biston
A ideia de se construir uma motocicleta com motor VW, não foi exatamente iniciada com a Amazonas. No início dos anos 70, os mecânicos Luiz Antonio Gomi e José Carlos Biston, construiram uma máquina de 330 quilos com motor VW a ar de 1500 cc, cujo volante do motor fora aliviado, pois a moto, inicialmente, tinha a tendência de inclinar-se em demasia quando acelerada. Um grupo de São Paulo, a FERREIRA RODRIQUES, interessou-se pelo projeto dos mecanicos, então nasceu, em 1978, a lendária AMAZONAS, única moto com marcha-a-ré, que foi considerada na época, a maior motocicleta do mundo. Foi a maior febre em todo o Brasil, pois nesta época, não havia importacao de motos no Brasil, e tínhamos de conformar-nos com algumas motos nacionais de baixa cilindrada.
Supermini
João Augusto Conrado do Amaral Gurgel
Com um motor de 0,8 litro e dois cilindros e 650 quilos de peso total, o BR 800 era a realização do sonho do engenheiro e empresário que começou produzindo minicarros para crianças. Era o primeiro automóvel criado e desenvolvido no Brasil. Depois de fabricar vários utilitários, como Xavante, X-12, Tocantins e Carajás, entre outros que utilizavam mecânica VW, Gurgel colocava nas ruas um carro com conjunto mecânico próprio.
VW1600
(Volskwagen)
Esse novo representante da VW no segmento dos médios era um fastback que já rodava na Alemanha desde 1966 com o nome de VW 1600 Touring Luxo. A versão nacional recebeu retoques que deixaram seu desenho mais bonito e atualizado. E era o trunfo da fábrica para manter fiéis à marca os compradores do Fusca que desejavam mais potência, além de maior espaço interno combinado com algo que merecesse ser chamado de porta-malas.
JK (FNM)
JK (FNM)
No feriado de 21 de abril, dia de Tiradentes, não faltou assunto no almoço de família. Corria o ano de 1960 e, além da inauguração de Brasília, festejava-se o lançamento do JK, o mais moderno carro nacional da época. Era produzido pela FNM (dizia-se Fenemê, iniciais de Fábrica Nacional de Motores), uma estatal que fabricava caminhões e que havia comprado o ferramental e a licença para produzir o Alfa Romeo 2000. Seu nome era uma homenagem ao presidente Juscelino Kubitscheck, o grande entusiasta da implantação da indústria automobilística brasileira.
Esplanada
(Simca)
Nem bem os estandes do Salão do Automóvel de 1966 tinham sido desmontados e uma das grandes novidades lá apresentadas já mudava de mãos. A Simca, que tinha mostrado o Esplanada, sua grande cartada para encarar a concorrência, foi comprada pela Chrysler. Num primeiro momento, a fábrica americana teve dúvidas quanto a colocar sua marca naquele quatro portas, sucessor do Chambord.
Aero Willys
(Willys Overland)
Os estudos para a produção do Aero Willys nacional foram iniciados em 1958 e incluíram uma série de exaustivos testes, visando melhor adequar o modelo às nossas condições. Lançado em março de 1960, o "Aero" continuava sendo objeto de contínuos melhoramentos (foto ao lado exemplar nacional modelo 1961). O primeiro Aero fabricado no Brasil tinha a carroçaria lembrando o modelo americano de 1955 importado até então, porém o motor era o utilizado nos Aeros de 1952.
Pompéo
Carlos Eduardo Momblanch da Motta e Renato César Pompeu
Obra de Carlos Eduardo Momblanch da Motta, engenheiro mecânico e empresário, e de Renato César Pompeu, também engenheiro mecânico e economista, o Pompéo terá carroceria fechada, com portas, assim como volante, painel (digital), câmbio por alavanca, freio de mão e dois bancos individuais. Cada banco tem seus cintos de segurança e há espaço na dianteira para um estepe. Isso, segundo a resolução nº 129, do Contran, permite que os futuros condutores deste triciclo não precisem usar capacete.
Transa

O ano: 1972. A inspiração: Transamazônica. Foi pensando nos terrenos alagadiços da região amazônica que surgiu o projeto do primeiro veículo anfíbio brasileiro, prontamente chamado de Trans-Am ou, mais simplificadamente, Transa.
Economini
Cláudio Maruggi
Leve, ágil, seguro, o Economini desenvolvido pelo gaúcho Cláudio Maruggi acomoda duas pessoas e ainda leva 60 quilos no bagageiro. O consumo de combustível é mínimo além da grande economa de peças e acessórios.
Adaptador New Flex
Emerson Alves da Silva
Quem se inspirou na necessidade foi o engenheiro eletricista Emerson Alves da Silva, 37. Ele é inventor de adaptador que transforma carros a gasolina em flex. Segundo Emerson, seu produto, batizado de Adaptador New Flex, é o único aparelho do mundo a adaptar o veículo de gasolina para álcool ligando em paralelo com o sistema original de injeção. Ele explica que antes das montadoras fabricarem o total flex, um paulista inventou adaptador parecido, mas o seu possui a vantagem de não precisar modificar a parte elétrica do veículo.
Veículo de bambu
André Guedes Pinto (PUC-RJ)
Um veículo feito com bambu e desenvolvido por alunos de engenharia civil, elétrica e mecânica da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), ficou pronto depois de um ano de trabalho e é um dos destaques expostos na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em outubro de 2010. O tema da edição deste ano é ciência para o desenvolvimento sustentável..
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