INVENÇÕES COM DEPÓSITOS DE PATENTES JUNTO AO INPI
Blocos Terrae - MU7801775-0
Paulo José Brugger (Terrae)
Os Blocos TERRAE permitem o aproveitamento do solo local como material de construção para a contenção de encostas. A montagem desses blocos forma um muro que, além de ser de ser baixo custo, é auto-drenante, tem aspecto agradável e é de fácil execução, dispensando mão-de-obra especializada. Além disso, também pode ser utilizado em conjunto com mantas de reforço. A empresa foi premiada com o prêmio Alfa de Inovação Tecnológica 1997 oferecido pelo MCT/SETEC, FAPERJ e SEBRAE/RJ
Construcel - PI9706202-2
Reginaldo Marinho
Marinho desenvolveu um método de construção chamado Construcel. Sào módulos fabricados de resina, em forma de prismas triangulares, com o fundo formando um triângulo equilátero, duas faces ortogonais e uma terceira inclinada em relação à base. Com os módulos pode-se construir grandes vãos cilíndricos, sem usar nenhuma estrutura metálica ou de concreto. O invento foi ganhador da medalha de ouro no salão Internacional de invenções da Europa em abril de 2000
Biokreto - PI9504705-0
Antonio Ludovico Beraldo(Unicamp)
Em 1989 o prof. Antonio Ludovico Beraldo, da Faculdade de Engenharia Agrícola da UNICAMP desenvolve pesquisa do uso do bambu em substituição ferro e ao aço na confecção de mourões, lajes e paredes em sistemas de construção.
Sistema Construtivo Soufer - MU7402037
Paulo Esteves (Soufer Ind.)
Um novo sistema de construção metálica à base de vigas, colunas e engradamento para telhado produzidos com chapas de aço plano, em substituição às tradicionais estruturas feitas de concreto e vergalhão, vem revolucionando canteiros de obras no interior de São Paulo e já está ganhando espaço em outras regiões do país. O chamado Sistema Construtivo Soufer foi desenvolvido pela Soufer Industrial Produtos Siderúrgicos, de Campinas, mediante acordo de uso de um embrião idealizado e patenteado pelo engenheiro Paulo Esteves, estabelecido em Volta Redonda, no Rio de Janeiro, onde se localiza a CSN, uma dos fornecedoras de matéria-prima, além da Cosipa e da Belgo-Mineira.
Pré-sintetização ativada por plasma - PI9901512-9
Rubens Maribondo do Nascimento (Lupatech)
Com o desenvolvimento do sistema para substituição do processo convencional de extração térmica de ligantes e pré-sintetização de peças injetadas em aço por processo de extração e pré-sintetização ativada por plasma, a caxiense Lupatech foi uma das vencedoras do 2º Prêmio Finep. Especializada em moldagem de peças por meio da injeção de metais em pó, a empresa conseguiu diminuir seus custos em 25% e multiplicar por sete a capacidade de modelagem de peças. O sistema, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), é único no mundo e, por ser tão econômico e inovador, pode substituir o processo convencional.
Concreto com Sílica Ativa da Casca de Arroz - PI9903208-2
Jefferson Libório (USP)
Ao elaborar um processo inédito de obtenção de sílica de alta pureza a partir da casca de arroz, pesquisadores do câmpus de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP) abrem a possibilidade de uma ampla oferta desse material para a produção de cimento de alta qualidade. Pela nova técnica se obtém sílica com grau de pureza de 99% e alta reatividade química, o que a torna muito atraente para o uso industrial, sobretudo na construção civil.
Telhas com cauda - patente n.1162/1891
Manuel Rodrigues Fonseca
Exemplo de criatividade na construção civil, as telhas com cauda, projetadas por Manuel Fonseca em 1890, tinham por objetivo o escoamento perfeito das águas das chuvas nas beiradas de telhados. Compactas e de desenho arrojado, elas podiam ser fabricadas em qualquer material resistente, substituindo as calhas de metal usadas até então. As casas até então em sua maioria construídas com coberta de taipa, agora dispõem de uma telha que serve de calha e elimina o acúmulo de água suja do telhado, de onde antes pingavam goteiras.
Telha clarabóia - patente n.15581/1926
Arthur Augusto Bogaert
A invenção trata de uma telha parecida com as telhas de barro, tipo Marselha, parcialmente transparente, pela aplicação no centro de seu corpo principal de uma chapa de vidro comum, claro ou opaco, retangular, mais ou menos grosso, ou de uma folha ou chapa de qualquer materia transparente por onde penetre a luz.
Gesso de alta resistência - PI0106351
Milton Ferreira de Souza, José Augusto Marcondes Agnelli, Washington Luiz Esteves Magalhães (Instituto Física USP/São Carlos)
Pesquisadores do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, desenvolveram um novo processo capaz de produzir estruturas de gesso com elevada resistência mecânica. A intenção é substituir, em alguns casos, o uso do cimento na construção civil. O estudo, financiado pelo Programa Habitare, da Finep, visa a aprimorar o uso do gesso para aplicação na habitação de interesse social. Os resultados levaram os autores a encaminhar pedido de patente ao INPI.
Barragem móvel - PI9900901
Petrônio da Costa Gama
Petrônio Costa Gama desenvolveu uma barragem móvel para canais, que se trata de uma bolha formada de uma lona impermeável colocada no fundo do canal e laterais, na baixa-mar, presa por pinos e nas extremidades, as barras metálicas mantém a permanência da mesma até que o canal fique cheio, quando são içadas por catracas presas nas treliças, formando a bolha que represa toda a água da montante. A invenção recebeu a patente PI 9900901 e é comercializada pela empresa de Petrônio a Hidromar Construções de Pernambuco.
Lajes pré moldadas - PI9706689
Joaquim Antonio Caracas Nogueira (Impacto)
O engenheiro civil Joaquim Caracas, de Fortaleza/CE desenvolveu um sistema prático e ágil, que proporcionará redução de custos e otimização de mão de obra, reduzindo também o tempo na construção de lajes pré-moldadas. Esta invenção refere-se a utilizaçào de caixas (01) removíveis e auto-sustentáveis, as quais são encaixadas em perfis como: vigotas volterranas, vigotas com fios pretensionadas, perfis metálicos, laje treliçada e outros compatíveis, através de seus próprios pinos de suporte.
Sistema Construtivo Integrado - MU7902806
Geraldo Rolim Rosa Júnior (Ediplam)
A Ediplam Edificações e Planejamento (MS) desenvolveu o Sistema Construtivo Integrado (SCI), um método racional de edificação. Ele permite a execução simultânea de pilares, vigas, lajes e paredes divisórias de qualquer edificação, tanto térrea como de vários andares, por meio de um conjunto único de formas que permitem a utilização de materiais alternativos e de descarte para enchimento das paredes. O invento foi vencedor na categoria processo do prêmio Finep 2004 região Centro Oeste.
Processo de aproveitamento de resíduos de rochas ornamentais na produção de argamassa - PI0205481-7
José Carlos da Rocha (INT/MCT) Eduardo A Carvalho, Carlos Cesar Peiter , Antonio Rodrigues Campos e Antonio Odilon da Silva
Em abril de 2009, pela primeira vez, um servidor de uma unidade de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia receberá diretamente dos cofres públicos os royalties pela venda de uma tecnologia a uma empresa privada. A conquista é fruto da Lei de Inovação e o beneficiado é o pesquisador José Carlos da Rocha, do Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCT), que juntamente com o Centro de Tecnologia Mineral (Cetem/MCT), patenteou o processo de aproveitamento de resíduos de rochas ornamentais na produção de argamassa (transferido à empresa Argamil S.A.).
Sistema Construtivo Teto-Parede em Abóbada de Tijolos - PI9204253
CAP Consultoria Alternativa de Projetos
A CAP (Consultoria Alternativa de Projetos, que atua em tecnologia de habitação), foi premiada por um projeto que apresenta uma tecnologia capaz de baratear a construção de casas, através do uso de abóbadas de tijolo. A empresa adaptou e modernizou uma técnica milenar que tinha sido abandonada depois da introdução do concreto armado. O método elimina a necessidade de telhas e de forro na construção de casas. A empresa foi premiada com o prêmio Inovação 1997


INVENÇÕES SEM DEPÓSITOS DE PATENTES JUNTO AO INPI
Tijolo de margarina
Raquel Florêncio (USP)
Pesquisa do Instituto de Geociências mostra como os resíduos da indústria alimentícia podem ser reaproveitados na fabricação de tijolos. Atualmente, estas substâncias são descartadas em aterros sanitários causando a contaminação de aqüíferos.
Técnica do solo-cimento
Francisco Casanova (Coppe) e Daniel Bertolucci Silva
Inspirado nas possibilidades técnicas e econômicas de antigos métodos, o Prof. Francisco Casanova, aperfeiçoou uma técnica de construção batizada de solo-cimento, capaz de diminuir o custo de construção de uma casa em até 50%, utilizando o próprio solo e um pouco de cimento nas fundações e na confecção de tijolos. A mesma técnica conferiu a Daniel Bertulucci o primeiro lugar ao Projeto Cajuru, entre 523 projetos apresentados por empresas de todo o país, no Prêmio Tecnologia Social da Fundação Banco do Brasil.
Argamassa AGLOTEC
Rodnei Gomes Pacheco
Em 1984 a Fundação de Ciência e Tecnologia (CIENTEC) desenvolveu processo e produto cimentante nobre Aglotec dedicado à construção civil a parir de calcários impuros e carvão mineral com altas cinzas, abundantes no Rio Grande do Sul.
Argamassa com polímeros
Mercia Maria Semensato Bottura de Barros (Poli/USP)
Mercia foi a coordenadora do projeto de pesquisa Argamassas Modificadas com Polímeros para Contrapisos de Edifícios, financiado pela FAPESP. O estudo analisou as atuais práticas da adição de polímeros à argamassa. O estudo identificou o estireno-butadieno (SBR) como o polímero que apresentou os melhores resultados na maioria dos testes de resistência mecânica, aderência e estanqueidade.
Tijolo de rejeitos industriais
Adriana Nolasco (Esalq)
Os resíduos da fabricação de papel podem ser utilizados na produção de blocos cerâmicos. Em sua composição encontram-se 30% de celulose e 70% de caulim, material utilizado na produção de porcelana, o que proporciona blocos com melhor acabamento e maior resistência ao impacto. Além disso, resolve-se o problema de disposição deste resíduo sólido, reduzindo os custos e riscos ambientais para as indústrias de papel. Este é o resultado de uma pesquisa realizada pelo Departamento de Ciências Florestais e pelo Instituto de Pesquisas Florestais (IPEF), da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (Esalq), da USP em Piracicaba, em parceria com a Votorantim Celulose e Papel (VCP).
Asfalto de xisto
Liedi Bariani Bernucci (Poli)
Uma nova tecnologia de pavimentação asfáltica, especialmente adequada para o uso em estradas vicinais, está sendo desenvolvida pela Escola Politécnica da USP, com o apoio da Petrobrás. A tecnologia, durável e barata, utiliza como matéria prima o xisto betuminoso, rocha sedimentar presente em mares profundos. Conforme a engenheira Liedi Bariani Bernucci, coordenadora do Laboratório de Tecnologia de Pavimentação da Politécnica, o xisto é extraído de um mineral e não do petróleo, como o asfalto convencional
Resolitos
Francisco Edmar Brasileiro (UFPB)
Os departamentos de engenharia civil e engenharia de materiais da UFPB uniram-se com o objetivo de pesquisar soluções para diversos resíduos comuns da região.No caso do projeto Resolitos, os blocos reciclados de granito e mármore podem ser utilizados na construção de casas populares. O barateamento do custo da reciclagem foi possível graças ao desenvolvimento de novo tipo de aglomerante, que será patenteado. Uma das indústrias que já se mostrou interessada é a Poligran, - Polimento de Granitos do Brasil, de Campina Grande.
Tijolo Ecológico
Antonio Carlos Coelho
A dificuldade de receber royalties desanima o brasiliense Antônio Carlos Coelho, inventor do tijolo ecológico, que não precisa ir ao forno para ganhar consistência, economizando madeira. Prevendo as dificuldades de cobrança, ele resolveu ganhar dinheiro vendendo a máquina para que outras pessoas imitem seu produto. Desta forma, o tijolo já está sendo fabricado em outros estados.
Argamassa de óleo de baleia
(Brasil)
Essa borra (resíduo ou depósito) do cozimento da gordura da baleia, foi citada como uma ‘descoberta’ pelo marquês do Lavradio, em correspondência à Corte, 1770 desde o século XVI teria sido o óleo de baleia utilizado nos estabelecimentos do litoral do Brasil como aglutinante que petrificava [grifo da autora] a argamassa. O óleo de baleia foi certamente usado, embora muito menos do que se imagina (pois faz baixar a resistência da argamassa), só como hidrorrepelente e sem a importância que lhe é atribuída.
Telha de fibrocimento vegetal
Holmer Savastano Júnior (USP)
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram um material alternativo para substituir o amianto na fabricação de telhas e caixas d’água, sem pôr em risco a saúde de quem trabalha na produção. O novo composto, que atende pelo nome técnico de fibrocimento vegetal, é feito de uma mistura de cimento, resíduos siderúrgicos (escória) e fibras vegetais (de bananeira, sisal, coco, eucalipto ou outras plantas) e sintéticas.
Argila para estradas
Álvaro Vieira (IME)
Engenheiros do IME (Instituto Militar de Engenharia) desenvolveram uma argila calcinada, material que poderá baratear a construção de estradas. Pela primeira vez, o instituto patenteou um produto em seu nome. Essa argila não existe em nenhum outro país. A pesquisa começou em 1997, com um objetivo: encontrar um material que pudesse ser utilizado em pavimentação na Amazônia.
Técnica LSI
Paulo Bina (Monobeton)
Inovador, o engenheiro Paulo Bina criou polêmica no setor de impermeabilização ao anunciar uma tecnologia que dispensa o uso de impermeabilizantes em lajes de concreto. A técnica criada pela sua empresa, a Monobeton, consiste em estudar toda a estrutura do prédio, preparar um concreto especial, treinar equipes, entre outras ações.
Casa portátil
Aguinaldo dos Santos (UFPR)
Pesquisadores da UFPR desenvolvem, com apoio da Finep, kits “faça você mesmo” para habitações populares. Projeto de coberturas deverá entrar no mercado em julho de 2007. Próximo passo é desenvolver móveis-divisória
Viga de concreto curva
Newton de Oliveira Júnior (Unicamp)
Experimentos realizados nos laboratórios da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) deram origem a uma nova viga curva de concreto para o revestimento de túneis. O produto será usado na Linha Amarela do Metrô de São Paulo, que ligará o bairro da Luz, no Centro, ao da Vila Sônia, na Zona Oeste. As inovações do Centro de Tecnologia (CT) e do Laboratório de Estruturas e Matérias (LEM) da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) da Unicamp foram compradas pelo Consórcio Via Amarela, formado por seis grandes empreiteiras brasileiras.
A Estrutura Inflável Móvel SEELIG
Irani Seelig
A Estrutura Inflável Móvel SEELIG, de forma dinâmica e funcional, foi concebida para propiciar as mais diversas formas construtivas sob formato de mobilidade compactada, praticidade, além de disponibilizar sistema de auto-produção de energia elétrica; sistema de auto-produção de água potável cristalina; sistema de comunicação satelital em áreas remotas e de difícil acesso; e, sistema de ar interno renovável cíclica, ininterrupta e automaticamente por meio de um processo de aeração contínua onde a insuflação do ar externo para o interior, com grau de pureza antimicrobial, é consecutivamente submetido a um processo de exaustoração, propiciando o retorno no ar interno para o meio ambiente também com grau de pureza antimicrobial.
Revestimento de argamassa com polipropileno
Mércia Barros (Poli/USP)
Pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram um novo tipo de revestimento de argamassa com melhores características mecânicas. O motivo é o uso, em sua composição, de fibras sintéticas, feitas de polipropileno. O trabalho é resultado de uma das linhas de pesquisa do Consórcio Setorial para Inovação em Tecnologia de Revestimentos de Argamassa (Consitra), coordenado por pesquisadores da Poli-USP e da Universidade Federal de Goiás, em parceria com representantes da iniciativa privada.
Tijolo de resíduos de frutas
Jadir Rocha, Cynthia Pontes, Tereza Bessa e Vânia Lima (Inpa)
Um grupo formado por quatro pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus, desenvolveu um tijolo para a construção civil que utiliza resíduos de espécies frutíferas da maior floresta tropical do mundo como matéria-prima, algo bem diferente dos produtos convencionais feitos de argila. A novidade, que levou oito meses para ser concluída e está em processo de patenteamento, é confeccionada com o ouriço e com a casca da castanha-do-brasil (Bertholletia excelsa) e com fragmentos vegetais do tucumã (Astrocaryum aculeatum), palmeira que chega a medir 20 metros de altura.
Concreto armado em ferrovias
Humberto Fonseca
A linha férrea Mayrink-Santos construída entre 1928 e 1937 teve um aspecto notável, por ter sido a primeira vez, em todo mundo, em que o concreto armado foi usado extensiva e exclusivamente em obras de arie ferroviárias, mesmo as maiores e mais ousadas. O grande nome dessa audaciosa aventura com o concreto armado, foi o engenheiro baiano Humberto Fonseca, que infelizmente faleceu antes de ver a estrada pronta.
Lajes cogumelo
Emílio Henrique Baumgart
Emílio Baumgart tornou-se um nome expressivo da primeira fase da arquitetura modernista brasileira, ficando conhecido como o "Pai do concreto armado". No projeto da estrutura para o edifício do Ministério da Educação, de arrojada concepão arquitetônica de Lúcio Costa, Baumgart lançou mão de inovações para resolver problemas estruturais dos pilotis, do contraventamento do prédio e da pequena espessura exigida para as lajes. Uma das inovações, também em desacordo com as normas, foram as originais "lajes cogumelo", com engrossamento da face superior, em lugar dos capitéis convencionais nas colunas, resolvendo assim a questão da pequena espessura.
Casas bioecológicas
Canrobert Almeida
Técnico em edificações, pela Escola Técnica Federal da Bahia (ETFBa) desenvolveu uma ecotecnica exclusiva para construcoes de casas populares, onde a materia prima é argila e lixo reutilizado. Segundo o inventor: "Gostaria de repassar este conhecimento para dominio publico, como forma de proteger o meio ambiente e ajudar as pessoas que necesitam construir suas casas".
Gesso Resistente
Claudio Kazmierczak
Um trabalho de três anos resultou na criação de um gesso mais resistente e possível de ser fabricado de modo artesanal por pequenas e médias empresas chegou uma década mais tarde para os pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da Unisinos envolvidos no projeto. "Estamos, agora (com a patente), aptos para procurar parceiros interessados em utilizar essa tecnologia", comemorou o coordenador do PPG e do projeto, Claudio Kazmierczak.
Casa de plástico
Joaquim Caracas
Numa estimativa conservadora, o Brasil produz mais de 38 milhões de toneladas de lixo por ano. A saída para amenizar o dano ambiental que tamanha quantidade de descarte causa à natureza pode estar na construção civil. Pelo menos essa é a ideia de um engenheiro cearense que projetou a primeira casa feita 100% de plástico reciclável, que tem como matéria prima básica as garrafas pet que jogamos fora.
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