INVENÇÕES COM DEPÓSITOS DE PATENTES JUNTO AO INPI
Eucalipto transgênico - PI0003908-0
Carlos Alberto Labate (Esalq)
Espécies de eucalipto foram alteradas geneticamente pela primeira vez no Brasil por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) coordenados pelo agrônomo Carlos Alberto Labate, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz (Esalq). Um gene de ervilha aumenta biomassa e capacidade fotossintética da planta.
Feijão/Soja transgênico - PI9714887-3
Elíbio Leopoldo Rech Filho e Francisco Jose Lima Aragão(Embrapa)
A Embrapa desenvolveu um processo de transferência do gene da castanha do Pará, rica em proteínas, para o feijão, que é considerado nutricionalmente fraco. Esse gene codifica um aminoácido chamado metionina, essencial para as necessidades humanas, enriquecendo o tradicional componente da alimentação diária do trabalhador brasileiro. Através do método de balística biológica, a empresa desenvolveu um revólver que dispara a uma velocidade superior a 300km/h, um gene de uma planta para o interior de outra.
Manipulação do DNA do cloroplasto das plantas - PI9709733-0
Helaine Carrer (Esalq)
Uma nova técnica para modificar o código genético de plantas permite a produção de transgênicos sem o risco de os genes manipulados se espalharem pela natureza. A grande diferença do método em relação aos tradicionais é que ele não se baseia na modificação de genes do núcleo celular: as alterações são feitas no genoma do cloroplasto, estrutura da célula vegetal responsável pela fotossíntese.
Aguardente de algaroba - PI0206189
Clovis Gouveia da Silva (UFPB/CT)
Na industria a algaroba pode ser aproveitada na produção de álcool, bebidas (aguardente, licor, vinho, café, mel, vinagre.). A exemplo de alguns países andinos onde fabricam-se bebidas tais como: aloja, chicha, etole, algarobina (fortificante) estomacal e afrodisíaca. A primeira aguardente de algaroba bidestilada e envelhecida em barris de carvalho do mundo, produzida a partir da propagação natural de leveduras propagadas no caldo extraído das vagens da algarobeira, através de processos controlados de biotransformações.
Vinagre de algaroba - PI0306478
Clovis Gouveia da Silva (UFPB/CT)
Na presente invenção o processo de fabricação é conjugado e se desenvolve num bioreator semi-automático e fundamenta-se basicamente em duas etapas: A fermentação alcoólica, onde se controla toda a cinética do processo de transformação dos açúcares em álcool e a fermentação acética, onde o álcool obtido é transformado em vinagre.
Plene - PI0805096-1
Antônio Carlos Nascimento (Syngenta)
Em fevereiro de 2009, o gaúcho Marco Bochi, diretor de novas tecnologias para cana da subsidiária brasileira da suíça Syngenta, fez uma peregrinação por lavouras de dez usinas de cana no interior de São Paulo. Em todas as terras estavam plantados milhares de pedaços de caule de cana que, depois de quimicamente tratados, haviam ganhado uma bizarra tonalidade rosa-choque - e viriam a germinar dois meses depois. Batizado de Plene, o primeiro produto 100% desenvolvido pela Syngenta no país entra em escala industrial a partir de janeiro, quando a fábrica para o corte, o tratamento e a embalagem dos pedaços de cana ficará pronta em Itápolis, a 350 quilômetros da capital paulista.


INVENÇÕES SEM DEPÓSITOS DE PATENTES JUNTO AO INPI
Guaraná clonado
André Atroch (Embrapa)
Única instituição no mundo a fazer pesquisas agornômicas sobre o guaraná, a Embrapa Amazônia Ocidental, em manaus, conseguiu desenvolver clones do guaraná, resistentes a doenças e com alta produtividade
Cana transgênica
Márcio de Castro Silva Filho (Esalq)
Pesquisadores brasileiros desenvolveram a cana transgênica resistente à broca, uma das principais pragas que atacam essa planta. Com a utilização da nova técnica, espera-se que os prejuízos provocados pelos insetos possam regredir a patamares inexpressivos.
Abacaxi
Getúlio Augusto Pinto da Cunha (Embrapa)
Um problema enfrentado pelos produtores de abacaxi, a terceira fruta tropical mais cultivada no país, está prestes a ser solucionado. Uma técnica ainda em fase de experimentação foi desenvolvida para inibir o florescimento natural da planta, responsável por gerar frutas fora do padrão comercial e comprometer a regularidade da produção.
Mamão transgênico
Manoel Sousa Júnior (Embrapa)
A Embrapa desenvolveu o mamão transgênico. A planta é resistente ao vírus da mancha anelar do mamoeiro, também chamado mosaico, principal responsável pelas perdas nas plantações dessa fruta.
Pimenta longa
Flávio Pimentel (Embrapa)
Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estão criando tecnologia para tornar a pimenta-longa ( Piper hispidinervum ) uma cultura comercial. O objetivo é atender à demanda pelo óleo essencial safrol, usado por indústrias de cosméticos (como fixador) e de inseticidas.
Algodão colorido
Eleusio Curvelo Freire (Embrapa)
A Cultivar de algodão BRS 200 é a primeira cultivar de algodão colorido na tonalidade marrom, lançada no Brasil. Adequada para exploração pelos agricultores familiares, no semi-árido nordestino.
Girassol de nove cores
Marcelo Fernandes Oliveira (Embrapa)
Eleita a flor do novo milênio, o girassol está ganhando novas tonalidades com a ajuda da Embrapa. O melhoramento genético tradicional possibilitou o desenvolvimento de flores com nove tonalidades diferentes para o girassol. As novas variedades vão produzir flores vinho, rosa, rosa claro, rosa escuro, amarelo limão de centro claro, amarelo limão de centro escuro, mesclado, ferrugem e com forma de um raio de sol.
Banana FHIA-18
Sebastião de Oliveira e Silva (Embrapa)
Cultivar de banana resistente a Sigatoca-negra, doença que provoca redução da produtividade, diminuindo o tamanho do fruto. A cultivar é geneticamente melhorada a partir de uma variedade originária de Honduras. Pode alcançar produtividade até 50% superior em relação à Prata Anã.
Milho híbrido
Antônio Secundino de São José (Universidade de Viçosa)
O Instituto Agronômico de Campinas e a Universidade Federal de Viçosa iniciaram na década de 50 o estudo das cultivares de milho brasileiras e introduzidas por imigrantes, e também introduziram variedades e mesmo linhagens obtidas nos Estados Unidos. Por envidarem esforços em tipos diferentes de milho, ao intercambiarem e promoverem cruzamentos entre linhagens, estabeleceram essas instituições um padrão comercial de milho híbrido que persiste até hoje como preferencial no mercado. Desse trabalho nasceu a primeira empresa privada nacional de sementes de milho, Sementes Agroceres S.A.
Eldorado 300
(Embrapa)
'Eldorado 300' é uma cultivar de melão tolerante ao vírus do mosaico da melancia - WMV1, obtida através de um programa de pesquisa conjunto iniciado em 1982 pelo Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças - CNPH/Embrapa e o Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Semi-Árido - CPATSA/Embrapa.
Repolho União
(Embrapa)
O repolho "União" é o resultado de um trabalho conjunto entre o Centro nacional de Pesquisa de Hortaliças - Embrapa Hortaliças e a Faculdade de Ciências Agronômicas "Campus" de Botucatu/UNESP, com as seguintes características: cabeças pequenas, arredondadas, compactas e com resistência à podridão negra das Crucíferas causada por Xanthomonas campestris pv. campestris.
Tomate Nemadoro
(Embrapa)
'Nemadoro' é uma cultivar de tomate para indústria, resistente ao nematóide das galhas, obtida pelo Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças - Embrapa Hortaliças.
Cenoura Kuronan
(Embrapa)
'Kuronan' é uma cultivar de cenoura para o verão, desenvolvida através de um programa de melhoramento conjunto do Departamento de Genética da Escola Superior de Agricultura 'Luiz de Queiroz' ESALQ/USP, Piracicaba, SP e do Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças - CNPH/Embrapa, Brasília, DF. Este programa contou ainda com apoio financeiro das Cooperativas: Agrícola de Cotia, Sul Brasil e Mista de Mogi das Cruzes. A cultivar foi avaliada junto a produtores da região de Mogi das Cruzes, SP, por 5 anos, obtendo-se excelentes resultados.
Cenoura Brasília
(Embrapa)
'Brasília' é uma cultivar de cenoura para o cultivo de verão, desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças (CNPH) da Embrapa, Brasília, DF, com a colaboração do Departamento de Genética da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" da USP, Piracicaba, SP. A cultivar foi avaliada junto a produtores da região do Distrito Federal, por 3 anos, obtendo-se excelentes resultados. Atualmente, a cultivar já está difundida em grande parte do território nacional e as informações que chegam dos produtores, para o CNPH, dão conta de que ela tem-se comportado muito bem, nas condições climáticas para as quais foi criada.
café IAPAR-59
(IAPAR)
A ferrugem (Hemileia vastatrix) é a principal doença da cultura do café no Brasil. Desde de 1972 o Iapar - Instituto Agronômico do Paraná, vem pesquisando soluções para este problema. Uma da metas desse trabalho é a obtenção de cultivares resistentes á ferrugem e que tenham boa qualidade agronômica. O café IAPAR 59, recomendado para planto a partir de 1993, tem como principal característica a resistência à ferrugem do cafeeiro, o que elimina a necessidade de produtos químicos para o controle da doença, propicia economia de investimentos e evita a contaminação do meio ambiente.
café ICATU
Alcides Carvalho (IAC)
O ICATU Amarelo e o ICATU Vermelho são cultivares resistentes à ferrugem que têm sido plantados em quase todas as regiões cafeeiras do Brasil. Trata-se de material de porte alto, muito vigoroso e de excelente capacidade de rebrota quando submetido à poda. O espaçamento para o plantio é semelhante ao indicado para o ’Mundo Novo’, cujas linhagens não admitem plantios muito adensados, dependendo da região. Embora algumas linhagens se mostrem bem adaptadas a regiões de altitude, outras constituem-se em boa opção para regiões mais baixas e quentes que, no geral, são marginais para o plantio de outros cultivares.
milho Docemel
(Embrapa)
Os híbridos Docemel (BR-420) e Lili (BR-421) foram desenvolvidos através de um programa conjunto de melhoramento do Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças, em Brasília-DF, e do Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo, em Sete Lagoas-MG. Docemel e Lili são os dois primeiros híbridos simples de milho doce desenvolvidos pela Embrapa com o objetivo específico de atender à agroindústria.
Trigo BR-43
(Embrapa)
Centro Nacional de Pesquisa de Trigo (CNPT), unidade da EMBRAPA, localizada em Passo Fundo, vem, desde 1980, desenvolvendo pesquisas com culturas de anteras de trigo, órgão masculino da flor. O primeiro resultado prático deste trabalho materializou-se no lançamento do cultivar de Trigo BR 43. Este lançamento coloca o Brasil entre os primeiros países do mundo a obter uma cultivar de trigo por métodos biotecnológicos. Além do Brasil, apenas a França, a Índia e a China conseguiram, até agora, sucesso com esta metodologia de trigo.
Variedade Híbrida de Mandioca
Nagib Mohammed Abdalla Nassar(UNB)
Coordenado pelo pesquisador Nagib Mohammed Abdalla Nassar do Departamento de Agronomia da UNB, em 1995, o projeto de pesquisa "Seleção de clones de mandioca por meios moleculares, cit-anatômicas", cruzamento da mandioca comum com a espécie silvestre da região nordeste, resultou em híbridos que depois de plantados, produziu raízes mais resistentes às pragas, às doenças e às secas. O trabalho foi indicado para o prêmio mundial de alimentação administrado pela Universidade de Iowa, EUA, concorrendo a vários anos consecutivos a prêmios internacionais.
Hortaliças vitaminadas
Warwick Kerr (Inpa)
Preocupado com a desnutrição de crianças do Maranhão, Kerr decidiu se dedicar ao melhoramento genético de hortaliças -- vegetais mais nutritivos poderiam ajudar a combater doenças motivadas por avitaminose. Kerr conseguiu modificar alguns vegetais e torná-los mais ricos e adaptados ao clima de São Luiz. Um exemplo de cultivar (variedade) obtido pela equipe de Kerr foi o feijão-macuco (Pachirrhysys erosus) 8% mais rico em proteínas que a cultivar obtida no México.
alface transgênica
Elibio Rech (Embrapa)
Se depender do esforço dos pesquisadores da Embrapa, a expressão "tomar vacina"será substituída por "comer vacina". Uma colaboração entre pesquisadores da Embrapa e da UFMG está produzindo uma vacina contra a leishmaniose, em alface.
Cana transgênica
Éder Giglioti (UFScar)
Os 240 pesquisadores que trabalharam no projeto Genoma Cana - o primeiro seqüenciamento de um vegetal realizado no Brasil - identificaram cerca de 80 mil genes que dão um mapa completo de como a planta vive, se reproduz e morre e, devidamente manipulados, podem viabilizar essas características tão sonhadas pelos fazendeiros e fabricantes de açúcar e álcool. Um gene mapeado pelo projeto Genoma Cana, concluído em 2001, ataca os insetos causadores de doenças como a broca e os fungos, que provocam a perda do nível de sacarose e podem matar a planta. Com a presença desse gene, a planta pode ser reforçada por meio do cruzamento das variedades da cana para evitar a ação desses organismos.
Genoma do Eucalipto
Helaine Carrer (Forests)
A indústria de papel e celulose encontrou uma arma poderosa para melhorar sua competitividade no mercado mundial: a biotecnologia. Empresas do setor se uniram à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), à Universidade de São Paulo e ao Ministério da Ciência e Tecnologia para estudar, pela primeira vez, o seqüenciamento genético do eucalipto, matéria-prima da celulose, diversos tipos de papel, chapas de madeira, aglomerados, carvão vegetal, entre outros produtos.
Laranja trangênica
Luiz Filipe P. Pereira (IAPAR)
Pesquisadores do Instituto Agronômico do Paraná - IAPAR -, órgão do Sistema SEAB, são o primeiro grupo no Brasil a transformar uma variedade comercial de laranja com gene para resistência à bactérias. Esse trabalho abre todo um novo campo de pesquisas para obtenção de variedades resistentes à Xanthomonas axonopodis pv. Citri, causador do cancro cítrico.
Nanicão
Luiz Antonio Junqueira Teixeira (IAC)
A Nanicão IAC 2001 variedade de banana do tipo nanica selecionada pelo Instituto Agronômico (IAC), órgão da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, é resistente à sigatoka amarela e por isso apresenta qualidades adequadas para o cultivo em São Paulo, Estado em que existe a ocorrência de sigatoka amarela, mas não há incidência da sigatoka negra. A Nanicão IAC 2001 dispensa a pulverização por ser resistente à sigatoka amarela, que está presente em todo o Brasil. Porém, a nova variedade é suscetível à sigatoka negra, existente na Região Norte e em parte do Centro-Oeste do País.
Minijardim clonal de eucalipto
Edson Namita Higashi (IPEF/UFSCAR)
A tecnologia da clonagem vem sendo desenvolvida no Brasil desde 1973, inicialmente pelo Departamento de Ciências Florestais da Esalq/USP e Instituto de Pesquisa e de Estudos Florestais (IPEF), de Piracicaba, SP. Numa evolução das técnicas de clonagem, o próprio IPEF desenvolveu o minijardim clonal para produção de mudas de eucalipto. Nele, a produção de mudas é feita em uma área muito menor que a convencional.
Soja Emgopa 313
(Embrapa Soja)
Financiado por um grupode produtores da Agrosem de Goiás e com tecnologia da Embrapa-Soja e Emater-Go foi produzido a Emgopa-313 a terceira variedade de soja mais plantada no país e a mais utilizada em Mato Grosso.
Feijão transgênico
Eduardo Romano (Embrapa)
O feijão está na base da alimentação dos brasileiros e é um dos principais produtos do semi-árido nordestino. Melhorado geneticamente, este feijão transgênico desenvolvido pela Embrapa poderá resistir aos períodos de estiagem da região, atendendo principalmente à agricultura familiar de subsistência. Nos primeiros testes, os cientistas conseguiram desenvolver plantas de tabaco transgênicas que resistiram até seis semanas sem irrigação. O feijão convencional, por sua vez não aguenta mais de uma semana sem água.
Algodão com gene de aranha
Elíbio Rech (Embrapa)
A Embrapa prepara para o segundo semestre de 2005 a primeira colheita experimental de um algodão com genes da teia de uma aranha brasileira. A intenção é ter genes da aranha funcionando no capulho, a cápsula dentro da qual se forma o algodão. ‘Esperamos que a proteína [da teia] faça parte da composição da própria fibra’, explica o biólogo da Embrapa Elíbio Rech.
Feijão BRS-Supremo
Luis Cláudio de Faria (Embrapa)
Técnicos da Embrapa Arroz e Feijão, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária em Santo Antônio de Goiás (GO), lançaram um novo cultivar de feijão preto, desenvolvido por meio de melhoramento genético a partir de uma espécie de feijão comum, a Phaseolus vulgaris. Nomeado de BRS Supremo, o novo cultivar apresenta algumas vantagens comerciais quando comparado com variedades tradicionais, como o potencial produtivo elevado, o porte ereto da planta e a resistência a doenças.
Soja BRS Valiosa RR
José Francisco Ferraz de Toledo (Embrapa)
A cultivar de soja BRS Valiosa RR é essencialmente derivada, obtida por cinco retrocruzamentos para a cv. MG/BR-46 Conquista. As hibridações iniciais, os retrocruzamentos, as gerações RC5F1 e RC5F2 e os testes de reação às doenças foram realizados em casa-de-vegetação, na Embrapa Soja em Londrina-PR.
Soja Embrapa48
José Francisco Ferraz de Toledo (Embrapa)
A Embrapa 48 é uma cultivar de soja convencional com alto potencial e boa estabilidade produtiva. Possui boa ramificação lateral e tolerância a seca na fase de planta adulta. É resistente à mancha “olho de rã” e à podridão da haste e moderadamente resistente ao cancro da haste (resistência de campo). A cor do hilo é marrom clara, a cor da flor é branca e a pubescência cinza. Apresenta características desejáveis para alimentação humana. A semeadura dessa cultivar deve ser realizada em solos corrigidos e com fertilidade média a alta. A semeadura não deve ser feita antes de 25 de outubro em áreas abaixo de 500 metros de altitude.
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