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| INVENÇÕES COM DEPÓSITOS DE PATENTES JUNTO AO INPI | |
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Nó de cachorro - PI9803518-5
Laboratórios Biosintética Produto do conhecimento tradicional dos pantaneiros do Mato Grosso, este chá obtido a partir de uma planta conhecida como nó de cachorro, foi utilizado pela empresa Biossintética para obtenção de um medicamento contra mal de Alzheimer |
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Espinheira Santa - PI9904502
Índios Erva utilizada tradcionalmente para aliviar dores gástricas pode se constituir no primeiro medicamento desenvolvido inteiramente no país |
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Jaborandi - PI9800138-8
(Chemisul) A pilocarpina comercializada no mercado internacional é um alcalóide de propriedades parasimpaticomiméticas (reproduz a ação exercida pelo sistema nervoso parassimpático) extraído das folhas de jaborandi, uma espécie vegetal disponível apenas no Brasil |
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Arnica - PI9705331-7
índios As propriedades analgésicas e antiinflamatórias da arnica brasileira (Lychnophora ericoides) foram comprovadas em estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) coordenados por Norberto Peporine Lopes |
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Urucum - PI9003351-5
índios iauanauá A fábrica norte- americana Aveda produz cosméticos utilizando o Urucum, um corante vegetal extraído da Floresta Amazônica. |
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Barbatimão da folha miúda - PI9903518-9
(Brasil) Os estudos de Walter Mors em conjunto com Emilia Tomassini mostram que os frutos da Dimorphandra mollis (barbatimão-da-folha-miúda) contém uma quantidade excepcional de rutina, vitamina importante no combate à fragilidade capilar. |
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Pfaffia - PI0006645-1
(Fundação Universidade Maringá) A Pfaffia tem uma longa lista de indicações medicinais. É tida como rejuvenescedora, revitalizante e inibidora do crescimento das células cancerígenas. Afirma-se que ativa a circulação do sangue. Tida ainda como estimulante das funções sexuais e como agente de combate ao stress, tem grande sucesso no Japão. Há quinze anos vem sendo alvo de extração predatória. |
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Stevia - PI8402752-5
(índios guaranis) A stevia é um desses edulcorantes (adoçante) naturais. Não é calórico, sendo extraído das folhas da Stevia rebaudiana, planta silvestre da família do Crisântemo. Ela cresce naturalmente no Brasil e no Paraguai. Desde o período pré-descobrimento, esse edulcorante já era utilizado pelos índios guaranis, para adoçar bebidas e remédios. Em 1970, os japoneses começaram a extrair o pó adoçante das folhas de Stevia e produzi-lo comercialmente, além de utilizá-lo na alimentação. |
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Jurubeba - PI9704163-7
(Brasil) A jurubeba é uma planta nativa nas Regiões Norte e Nordeste do Brasil e está presente na farmacopéia popular, sendo utilizadas as folhas, os frutos verdes e as raízes no preparo de infusões e decoctos e são usados nas doenças hepáticas, icterícias e como diurético. Seus compostos tem algum efeito tóxico, de modo que não se recomenda a ingestão freqüente de preparações de jurubeba. |
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Aroeira do sertão - PI9805478-3
(Nordeste) Pesquisa do Departamento de Fisiologia e Farmacologia da UFC confirma potencial cicatrizante e antiinflamatório do tradicional fitoterápico nordestino. |
| INVENÇÕES SEM DEPÓSITOS DE PATENTES JUNTO AO INPI | |
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Copaíba
Índios da Amazônia A copaíba com ação antisséptico, cicatrizante e antiinflamatório tem comprovada ação contra o câncer segundo estudos realizados no Inca |
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Abaneiro branco
Eloan Pinheiro (FioCruz) As pesquisas da Fiocruz seguem dois padrões: o de eleger uma doença e estudar as plantas que, popularmente, são utilizadas nesse caso ou analisar detalhadamente toda a família de uma espécie com uso fitoterápico. O abaneiro branco surgiu nesse segundo caso. |
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Ayahuasca
Índios da Amazônia Entre as inúmeras espécies pirateadas da flora brasileira, destaca-se o cipó caapi (banisteriopsis caapi), que ocorre essencialmente na região amazônica e é rico em substâncias alcalóides, sobretudo a harmina. Os ramos e folhas de B. caapi, associados à planta chacrona (Psychotria viridis) produzem a bebida alucinógena ayahuasca, sorvida ritualisticamente por populações da Amazônia e por membros da comunidade mística Santo Daime |
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Rupununine
Índios Wapixanas Em sua aldeia, num recanto da Guiana conhecido como Palm Grove, a índia wapixana Evelyn Gomes guarda para emergências médicas uma noz chamada tipir. Segundo a tradição de seu povo, a raspa do tipir estanca hemorragias e impede infecções, além de servir como anticoncepcional. O inglês Conrad Gorinsky em contato com estas comunidades indígenas, obteve a patente EP 610060 desta substância |
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Cunaniol
Índios Wapixanas O wapixana Leandro de Castro Pereira apega-se à sabedoria de seus antepassados para pescar sem lança nem rede. O inglês Conrad Gorinsky em contato com estas comunidades indígenas, obteve a patente US 5786385 desta substância |
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Epibatidine
Índios A epibatidine é um claro exemplo de como uma substância natural, inicialmente utilizada pelos índios com uma aplicação acabou servindo para um campo diferente, como analgésico. Os laboratórios Abbot testaram diversas variações sintetizadas e chegaram finalmente a ABT-594, sem os efeitos colaterais |
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Curare
Índios Curare tem sido utilizado por muitos séculos nas florestas tropicais da América do Sul como um veneno extremamente forte, e utilizado em flechas. |
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Açaí
Gracilene Barros dos Santos (UFRJ) Que o açaí é uma fruta altamente energética e calórica, capaz de segurar a malhação do atleta mais radical, todo mundo já sabe. Mas que, além disso, ajuda a exterminar o caramujo transmissor da esquistossomose, tem importante ação antioxidante e antimicrobiana e, ainda, possa vir a ser uma alternativa fitoterapêutica para homens com hiperplasia prostática, tudo isso é novidade. |
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Quebra pedra
índios A quebra pedra (Phyllanthus niruri) foi patenteada no EUA e é preparada como infusão para doenças renais. Nos EUA tornou-se remédio contra hepatite. |
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Muirapuama
índios Planta amazônica utlizada pelos índios por seu efeito afrodisíaco, a planta foi patenteada no japão para cura da impotência e como estimulante sexual. |
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Erva de São João
índios Existe no Brasil, uma espécie chamada "erva-de-São João" (Ageratum conyzoides, também conhecida por "mentrasto" e por "picão-roxo") que, obviamente, não é a mesma e nem possui nenhuma semelhança na forma, na taxonomia (classificação botânica) ou nas atividades terapêuticas da chamada "erva de são joão" ou hipérico, apontada como de efeitos simulares ao Prozac como anti depressivo |
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Pedra hume caá
índios Usada nas tribos indígenas na floresta tropical no tratamento de diabete, diarréia, e disenteria. A tribo de Taiwanos da Amazônia Noroeste considera as folhas como um adstringente e usa isto para diarréia persistente. Dr. Cruz, um médico brasileiro apelidou a planta de "insulina vegetal" em 1965. |
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Linha de comésticos Ekos
Natura A Natura pesquisou entre plantas dos diversos ecossistemas do país as que proporcionassem, com seus princípios ativos, benefícios de ação comprovada. Assim, as fórmulas do Natura Ekos contêm guaraná, andiroba, buriti, maracujá, castanha-do-pará, macela do campo, pitanga e cupuaçu. |
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Sangue de drago
índios Em 1997 a Shaman Pharmaceuticals, da Califórnia, obteve uma patente do princípio ativo de uma planta conhecida como sangue de drago. ïndios de diferentes tribos costumam usar seu látex como medicamento cicatrizante e anti-viral, aplicável m doenças pulmonares e herpes genital. |
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Pau rosa
índios O sofisticado perfume chanel N° 5 tem em sua fórmula o Pau - Rosa da Amazônia. A árvore está ameaçada de extinção. |
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Juazeiro
José Maria Barbosa(UFPB) O Laboratório de Tecnologia Farmacêutica (LTF), da Universidade Federal da Paraíba, é reconhecido como um centro de excelência do País e da América do Sul. Uma das plantas pesquisadas pelo LTF é o juazeiro, da qual extrai substância para produção de um xampu e medicamentos. |
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Cajueiro
José Maria Barbosa (UFPB) Pesquisadores do Laboratório de Tecnologia Farmacêutica da Universidade Federal da Paraíba descobriram que, a partir da resina do Cajueiro, chega-se a uma sustância que substitui a mundialmente famosa Goma Arábica, um produto de múltiplas finalidades que o Brasil e outros países do mundo importam do Senegal. O produto que se origina da resina pesquisada no LTF, dentre outras finalidades serve para colagem e para a fabricação de outros produtos como o comprimido, à semelhança do que se faz com a Goma Arábica. |
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Guaco
Vera Lúcia Garcia Rehder (Unesp) Novas propriedades terapêuticas do guaco, planta nativa da Mata Atlântica usada como xarope expectorante, vêm sendo desvendadas pela Universidade Estadual de Campinas. A equipe da pesquisadora Vera Lúcia Garcia Rehder descobriu que bochechos com o extrato da planta evitam cárie e placa bacteriana. Em testes com animais, os pesquisadores comprovaram também que o guaco combate úlcera gástrica com eficiência. A substância diminui a secreção de ácido pelo estômago. O grupo pretende registrar patente dos novos usos medicinais. |
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Água de cheiro
(Chamma da Amazônia) O banho de São João teve origem no costume português do banho-de-rio obrigatório no dia do santo precursor. Praxe que no século quatorze já era comum na Europa ocidental. Como na cidade de Belém do Pará é difícil para a maioria da população fazer abluções no rio, toma-se o banho-de-cheiro, nada mais nada menos do que uma forma simbólica de ablução. E ablução perfumada. A Chamma da Amazônia desenvolveu o Banho de Chamma, com raiz de priprioca, uma planta aromática, recebendo o prêmio FINEP/2001 da região Norte. |
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Pau Brasil
(Brasil) A árvore deu origem ao nome do Brasil. Tem uma madeira dura e cor de brasa, de onde os índios extraíam um corante vermelho (brasilina), depois utilizado para tingir tecidos e produzir tinta para escrever. Inicialmente, eram chamados de brasileiros os envolvidos na produção e na venda da madeira para a Europa – prática que quase determinou a extinção da espécie. O pau-brasil foi responsável pelo primeiro ciclo econômico no país. A região produtora – especialmente a Mata Atlântica, entre o Rio de Janeiro e a Bahia – ficou conhecida como Costa do Pau-Brasil. Em 1535, o país começou a ser chamado oficialmente de Brasil e, os seus habitantes, de brasileiros. Apesar da importância histórica, apenas em 1978 o pau-brasil foi oficializado como a árvore nacional. |
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Vicia Graminea
(Brasil) Planta encontrada na Argentina, Chile e Brasil, cujas sementes tem uma propriedade muito importante, descoberta pelos pesquisadores paulistas Frederico Ottensooser e Karl Silberschmidt: a capacidade de aglutinar o sangue humano do grupo N, em oposição ao grupo M. Esses grupos não tem muita importância no que diz respeito à transfusão sanguínea, mas tem valor para a genética humana e para a medicina legal. |
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Timbó
(índios da Amazônia) O índio também faz uso de várias plantas tóxicas de ação narcotizante como os Tinguís e os Timbós , que servem para capturar os peixes por asfixia. Anchieta relatou minuciosamente o processo da tinguijagem e o referido por ele está bem de acordo com os processos empregados no Amazonas e no Pará, para o envenenamento e entorpecimento dos peixes com as diferentes Sejanias das Sapindaceas, que são aliás, os verdadeiros Timbós. |
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Ipeca
(Brasil) A Ipeca é um ótimo auxiliar no tratamento de doenças do aparelho respiratório. Funciona como um perfeito expectorante. A emetina, uma substância eficaz ao provocar vômitos, ainda é capaz de promover uma efetiva limpeza do aparelho digestivo. Dessa forma, é indicada no tratamento de amebíases, leishmanioses, doenças do pulmão e dos brônquios. |
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Ipê Roxo
(Brasil) O Ipê-Roxo é tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele. No passado, foi largamente utilizado no tratamento da sífilis. |
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Casca-de-anta
João Batista Calixto (UFSC) Uma nova possível droga contra a dor foi retirada da planta casca-de-anta, nome científico Drimys brasiliensis, e batizada como drimanial pela equipe de João Batista Calixto, da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). A droga foi testada em animais de laboratório e foi verificado que ela interfere no caminho bioquímico ligado ao glutamato, substância capaz de causar dor forte. |
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Maracujá
(Brasil) O suco do maracujá é refrescante, calmante, diurético, depurativo do sangue e estimulante do estômago. Tem ação especial nos casos de diabete, obesidade, gota e pressão alta. Na medicina caseira, tem muitas aplicações. Nativa do Brasil e do Peru, esta planta pode ser encontrada em várias regiões do globo. As propriedades citadas no texto estão, fundamentalmente, nas folhas e na casca do fruto. O suco da fruta é apenas um saudável e saboroso refrigerante |
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Pariparoba
Silvia Berlanga de Moraes Barros (Natura) Também conhecida como capeba, catajé, malvarisco e manjerioba, a pariparoba é uma planta nativa do solo brasileiro, ocorrendo desde a Amazônia até o Rio de Janeiro. O chás das raízes e folhas estimula as funções estomacais e hepáticas, favorecendo a digestão, além de funcionar como diurético. Também pode ser usada na fitocosmética: em xampus, garante o brilho dos cabelos. |
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Erva de Santa Maria
(Brasil) A "Erva-de-Santa Maria" é tradicionalmente usada no Brasil para afugentar pulgas e percevejos domésticos, sendo colocada, seca, sob o colchão ou lençol da cama. Fazem-se vassouras com a planta que, ao varrer a casa, afugenta pragas domésticas. Infusões ou extratos são usados como vermífugos, sendo realmente eficientes. |
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Sete-sangrias
(Brasil) A Sete sangrias é nossa principal cardiotônica. É ótima para arteriosclerose, hipertensão arterial , colesterol alto , palpitações cardíacas. Cuphea calophylla, uma das plantas do grupo das "sete-sangrias", é nativa no Brasil e é uma planta perene, reproduzida por semente, preferindo locais úmidos e solo fértil. |
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Chapéu de couro
(Brasil) Planta comum à beira dos rios brasileiros, o chapéu-de-couro é também chamado de chá-mineiro, chá-de-campanha, erva-do-pântano e erva-do-brejo. Ocorre de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul. Estudo realizado no Instituto Oswaldo Cruz (IOC) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) comprovou, por meio de testes in vitro e em animais, o efeito vasodilatador do extrato da planta brasileira Echinodorus grandiflorus, popularmente conhecida como chapéu-de-couro. |
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Vassourinha doce
(Brasil) Planta nativa na América Tropical, hoje com larga distribuição no mundo. No Brasil ocorre na maior parte do território, mas raramente aparece em grandes concentrações, sendo infestante em pastagens e culturas, especialmente perenes como a do café. É usada na farmacopéia popular com diversas indicações. A planta tem realmente propriedades emolientes, sendo sucedânea das malvas, e também lhe são atribuídas propriedades béquicas e antifebris. |
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Arnica do mato
(Brasil) Anti-reumático, também usada nos tombos e traumatismos .Externamente, a planta pode ser usada em banhos, com bons resultados no reumatismo crônico e agudo. A tintura usa-se em fricções nas dores reumáticas, nevralgias, nas quedas e contusões. Internamente combate as areias dos rins, sendo usada nas cólicas nefríticas. |
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Assa-peixe
(Brasil) Empregada nas tosses, gripes e resfriados. Na gripe pulmonar, nas bronquites e tosses rebeldes, o assa-peixe diminui e acalma a tosse, aumentando a expectoração. Com seu uso, as doenças pulmonares, mesmo agudas, são subjugadas com eficiência, como as bronquites, pontadas e dores no peito. Na fraqueza pulmonar, abranda a febre e a tosse, aumentando o apetite e facilitando a digestão. |
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Guaçatonga
(Unesp) Pesquisadores da Unesp verificaram que a guaçatonga (Casearia sylvestris, comum do Rio Grande do Sul à Amazônia) produz compostos químicos do grupo das casearinas com atividade antitumoral. Os japoneses contudo, já haviam solicitado a patente das casearinas em 1998. |
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Pimenta da Mata Atlântica e Virola Surinamensis
(USP) Os professores Massuo Jorge Kato e Massayoshi Yoshida, preocupados com a proteção intelectual de suas descobertas, encaminharam em agosto de 1999 o pedido de patenteamento de duas substâncias antichagásicas, isoladas de uma laurácea da Amazônia e de uma piperácea da Mata Atlântica de São Paulo. |
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Eucaliptus citriodora
Clarice Fujimura (Unesp) Para casos em que uma simples gripe se agrava e se transforma em tuberculose, pesquisadores da Universidade Estadual do Estado de São Paulo, em Araraquara, descobriram uma alternativa natural. O trabalho, coordenado pela microbiologista Clarice Fujimura, mostrou que, em laboratório, o óleo essencial de eucalipto, do tipo Eucaliptus citriodora, teve ação tóxica contra a bactéria responsável pela doença. |
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Pau amargo
(Norte do Brasil) A quassia amara, nativa da Amazônia no Norte do Brasil e América Central é um estimulante do apetite, tônico amargo e eupéptico. |
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Erva Botão
Walter Mors (UFRJ) O químico Walter Mors, 76, professor aposentado da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), pesquisa há dez anos o uso de erva-botão (Eclipta prostata) como antiofídico. Escolheu essa erva depois de ver seu sucesso entre índios e caboclos da Amazômia. Em laboratório, Mors conseguiu repetir a experiência com sucesso. |
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Picão Preto
Benjamin Gilbert (FioCruz) O químico Benjamin Gilbert, 67, da divisão farmacêutica da Fundação Oswaldo Cruz, testa uma erva que é largamente usada pelos caboclos da Amazônia: o chá de picão (Bidens pilosa) para o tratamento de malária e hepatite B. |
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Brillantaisia palisatii
Fábio de Sousa Menezes (UFRJ) Propriedades analgésicas e antiinflamatórias foram constatadas em uma planta coletada no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O vegetal, da espécie Brillantaisia palisatii, jamais havia sido pesquisado anteriormente e foi descoberto a partir de um estudo despretensioso do farmacêutico Fábio Menezes |
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Leite de rosas
Francisco Olympio de Oliveira Francisco Olympio de Oliveira, seringalista do Amazonas, muda-se para o Rio de Janeiro, com 52 anos de idade, a esposa, e uma idéia: criar um produto para a preservação da beleza feminina. Um amigo farmacêutico ajuda-o no desenvolvimento de uma fórmula que foi batizada como Leite de Rosas. Em 1967, Leite de Rosas deixa definitivamente a sua famosa embalagem de vidro e passa a ser comercializado em frascos plásticos, com presença marcante e obrigatória nas prateleiras das lojas e nas casas brasileiras. |
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Sabonete Phebo
Mário Santiago Em 1930 o português Mário Santiago e seu primo Antonio que vendiam cigarros, resolveram diversificar suas atividades. Perfumistas de talento, criaram um sabonete transparente, à bse de glicerina, comparável ao Pear´s Soap, um sabonete inglês, de grande aceitação na época. Mário e Antonio pesquisaram inúmeras essências naturais da região até chegarem a uma mistura que combinava óleo de pau-rosa, da Amazônia, com 145 essências distintas, como sândalo e cravo-da-índia, além de canela-de Madagascar. O sabonete recebeu o nome de Phebo por causa do Deus do Sol da mitologia grega que irradia calor e energia. |
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Mulateiro da várzea
Vanderlan da S. Bolzani (Unesp) e Evandro de Araújo Silva (Pronatus) O mulateiro-da-várzea era usado pelos índios para combater uma doença de pele causada por um tipo de aranha e para embelezar os cabelos e segundo estudos da Unesp pode gerar um cosmético capaz de combater o envelhecimento da pele. Também a Pronatus estuda a planta. Partindo das lendas sobre a beleza das amazonas, a Pronatus recorreu ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), que comprovou que a planta protege efetivamente dos raios solares e de sobra descobriu que, por ser rica em mucilagens como o amorcrescido, estimula o crescimento do cabelo. |
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Abajeru
Cerli Rocha Gattass (Instituto de Biofísica Carlos Chagas) Cientistas brasileiros isolaram nas folhas de um arbusto conhecido popularmente como abajeru ( Chrysobalanus icaco ) uma substância anticancerígena capaz de destruir diversos tipos de tumores. O composto surpreendeu os pesquisadores ao apresentar atividade também contra células cancerosas resistentes a múltiplas drogas, uma característica considerada rara pelos cientistas. O grupo da UFRJ considerou a descoberta tão promissora que decidiu patentear a substância. |
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Dermo Dilapiol
Robert Mause (Siama) A Siama Eco Essências da Amazônia, empresa com sede em Manaus, procura parceiros para produzir em escala industrial e comercializar o remédio fitoterápico Dermo Dilapiol, produto extraído do arbusto Aperta-Ruão (Paper ducum L.), planta endêmica em toda a Amazônia. "Trata-se de um fungicida e bactericida natural", define Robert Mause, pesquisador e diretor da Siama. |
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Borracha da seringueira
(Amazonas) Em 1876, o inglês Henry Wickham plantou sementes de seringueira (Hevea brasiliensis) em colônias britânicas na Malásia, que se tornou grande exportador e desbancou o Brasil, que passou a importar borracha. |
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Óleos de plantas aromáticas
Ulisses Matiolli Sabará (Brasmazon) A Brasmazon foi criada em 1995 através da associação de professores da Universidade Federal do Pará, que motivados pela perspectiva da atividade empresarial de produtos naturais investiram seus conhecimentos numa empresa-incubadora da própria universidade, que dali saiu para suas instalações próprias, tornando-se desta maneira um case de sucesso no Estado do Pará e porque não no Brasil na área de produção de óleos, a partir de ativos extraídos de espécies amazônicas. |
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Sabonete íntimo de crajirú
Andrezza Azevedo e Wagner Fernandes Lima (Pharmacos) Empresa genuinamente amazonense, a S. A. Pharmacos e Cosméticos nasceu no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial de Manaus, e atua há três anos no mercado de plantas e ervas medicinais: fitoterápicos e fitocosméticos. Terceira mais importante no seu segmento, já conta com 31 produtos, dos quais cinco inovadores, desenvolvidos pela própria empresa, entre os quais o sabonete íntimo de crajirú feminino. A empresa recebeu o Prêmio Finep 2004 categoria Pequena Empresa, Região Norte. |
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Gel contra herpes
Luiz Querino Caldas e Beni Olej (Herbarium/UFF) Boa notícia para os portadores do herpes labial: um novo medicamento contra essa doença, feito a base de uma planta brasileira, deve ser comercializado a partir de julho de 2005. Batizado Imunomax, o fármaco é um gel de aplicação local, que age diretamente sobre os sintomas e dá alívio aos pacientes. Os últimos testes foram concluídos em dezembro de 2004 por pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF). O medicamento foi produzido a partir de um extrato retirado da planta Uncaria tomentosa – mais conhecida como unha-de-gato –, abundante na região amazônica. |
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Moléculas para alvos biológicos
Antonio de Carvalho (Extracta) Em 1999, a Extracta fechou um contrato de US$ 3,2 milhões com a GlaxoSmithKline, segunda maior empresa de medicamentos sem prescrição do mundo. Por esse acordo, a Extracta isolou e apresentou em forma esquemática dez moléculas que a Glaxo poderá eventualmente utilizar em remédios. Das dez moléculas isoladas para a Glaxo, apenas duas vieram de plantas que tinham atividade farmacológica conhecida na medicina tradicional. |
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