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Os Encontros ReINC funcionam como fóruns anuais de discussão e avaliação das incubadoras de empresas da ReINC, onde os Planos de Ação são analisados, retificados e ratificados. No Encontro, temas atuais e de interesse das incubadoras são também discutidos.

O 11º encontro tem como objetivo este ano apoiar as incubadoras da REINC a se adequarem ao CERNE - Centro de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos – da Anprotec. A ANPROTEC, em parceria com o SEBRAE Nacional, vem desenvolvendo o Centro de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos (CERNE), conjunto de padrões e melhores práticas de incubação baseado em modelos de maturidade. Espera-se, com a implementação do CERNE, melhoria significativa nos processos das incubadoras e consequente aumento no número de empresas graduadas e a melhoria da qualidade e competitividade dessas empresas.

Tem como objetivos especificos:

Apresentar o CERNE aos gestores participantes e discussões para compreensão e aprofundamento de seus componentes;
Trabalhar individualmente e em subgrupos e em plenária de avaliação sobre as dificuldades com as atividades a serem desenvolvidas pelas incubadoras para implementação do CERNE 1 em suas estruturas e funcionamentos;
Trabalhar em subgrupos e em plenária de definição de plano de ação da Rede para apoio à implementação do CERNE nas incubadoras.


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Relatório de Execução Workshop 2009
Fotos do Evento


O 10º Encontro da ReINC (Rede de Incubadoras, Parques Tecnológicos e Pólos do Rio de Janeiro) tem como objetivo principal apresentar, este ano, os principais conceitos para a discussão de estratégias para a criação de um ambiente favorável à inovação tecnológica nas empresas fluminenses.

O evento contará com três relatores que prepararão um documento sobre os principais pontos discutidos. Ao fim, um Grupo de Trabalho será formado para consolidar as informações num método para o desenvolvimento do Projeto: “P&D e Inovação para Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio de Janeiro: Como Criar um Ambiente de Inovação nas Empresas”.

Livro - P&D e Inovação para Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio de Janeiro


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[Palestras 1º dia]
Instrumentos de Apoio à Inovação baseados na Interação Universidade-Empresa: como adequá-los à realidade das MPEs
Palestrante: Prof. Henry Etzkowitz Chair, Management of Innovation, Creativity and Enterprise Newcastle University Business School

Experiências Internacionais em Inovação Tecnológica: panorama da INovação na Região de Milão
Palestrantes: Davide Diamantini - Universitá di Milano-Biccoca, Coordenador do Doutorado Internacional em Sociedade da Informação e Vice Diretor do Departamento de Pesquisa QUASI - Qualidade da Vida na Sociedade da Informação.

Criação de Ambientes Produtivos baseados em Inovação: uma discussão sobre sistemas de inovação, sistemas produtivos locais e conceitos análogos
Palestrantes: Helena Lastres (BNDES) e José Cassiolato (Resist/UFRJ)

Gestão de Competências em Redes de Organizações e Governança de Redes e de Arranjos: o que se discute na Academia e como usar na prática
Palestrantes: Sérgio Mecena Filho (UFF) e Lygia Magacho (PUC-Ro)

Experiências de APLs e outros Arranjos de Empresa no Estado do Rio de Janeiro: resultados já alcançados e cenários futuros
Palestrante: Lia Hasenclever (IE/UFRJ)

Gestão de Intangíveis nas MPEs e Questões sobre Território e Territorialidade
Palestrante: Eloi Fernandez y Fernandez (ONIP)

Mesa Redonda: Economia do Estado do Rio de Janeiro: as características locais/regionais como ativo para um ambiente de inovação e a estratégia de competição dos produtos regionais
Palestrantes: Mauro Osório (UFRJ)
André Urani (IE/UFRJ)
Sérgio Besserman (IPP)

[Palestras 2º dia]
Apresentação da Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica – PINTEC
Palestrante: Mariana Rebouças (IBGE)

Inovação: quais são os novos conceitos em discussão no momento?
Palestrante: Rafael Clemente (GPI/COPPE/UFRJ)

Como incorporar técnicas modernas de apoio à comercialização e como o modelo de incubação fomenta o surgimento de empresas de base tecnológica
Palestrante: Thiago Borges Renault (UFF)

O CRIATEC e outros instrumentos de apoio à inovação
Marcio Bernardo Spata (BNDES)

Linhas de financiamento à inovação adaptadas ao estágio de desenvolvimento das empresas
Rochester Gomes da Costa (FINEP)

Petróleo e Gás
Paulo Buarque Macedo Guimarães (ABPIP)

Biotecnologia
Adelaide Antunes (EQ/UFRJ)

Telecomunicações
Renato Cameira (GPI/COPPE/UFRJ)

TIC
John Forman (Riosoft)

Fotos do Evento


O 9º Encontro ReINC teve como objetivo debater a incubação de empresas no Rio de Janeiro e exibir os produtos e serviços produzidos pelas incubadoras associadas na EXPOINC - Vitrine das Incubadoras.

Nas sessões das palestras, o 9º Encontro ReINC apresentou os modelos de negócios das incubadoras do Rio de Janeiro e os resultados dos projetos que a ReINC realizou no ano de 2006.

O Encontro ReINC funcionou como fórum anual de discussão e avaliação das incubadoras e das empresas associadas


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[Palestras]
Os diferentes tipos de incubadoras de empresas da ReINC e seus modelos de negócios
Frederico Lanza, Gerente da Incubadora de Empresas do INMETRO

Kátia Aguiar. Gerente de Negócios da Fundação Bio-Rio

Marcelo de Alencar Irineu , Assistente da Gerência da Incubadora do CEFET/RJ

Continuação da Mesa Os diferentes tipos de incubadoras de empresas da ReINC e seus modelos de negócios
Priscila Perillier O'Reilly de Araujo Castro, Gerente da Incubadora Gênesis da PUC-Rio

Eduardo Marinho, Gerente Adjunto da Incubadora de Empresas da COPPE/UFRJ

Ubirajara Quaranta Cabral, Coordenador de Negócios do INT

Frederico Lanza, Gerente da Incubadora de Empresas do IINMETRO

Projeto Rede de Valores de Fornecimento para o Setor de Petróleo e Gás
Alfredo Laufer, Consultor da Empresa CEU - Centro de Empreendedorismo Universitário

Projeto Bolsa de Negócios
Roberta Alves, Responsável Técnica pela ReINC

Projeto Assessoria de Comunicação para Empresas Incubadas
Andréa Loureiro, Diretora da empresa de comunicação Tempo 3

Fotos do Evento


Debater o empreendedorismo e a incubação de empresas no Rio de Janeiro, exibir o trabalho de empresas incubadas e premiar as de maior destaque. Esses foram alguns dos objetivos da EXPO INC - Encontro de Negócios e Inovação, que foi realizado no dia 29 de novembro, no Armazém 5, Praça Mauá. O evento reuniu três atividades: o 8º Encontro ReINC, a Vitrine de Incubadoras & Negócios e o Prêmio Shell de Empreendedorismo.


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Fotos do Evento



Pelo sétimo ano consecutivo, foi realizado nos dias 26 e 27 de agosto de 2004, no Hotel Flórida, Rio de Janeiro, o Encontro Anual da Rede de Incubadoras, Parques Tecnológicos e Pólos do Rio de Janeiro. O evento, como nos anos anteriores, abordou temas de interesse ao movimento de incubação, propiciando assim um ambiente para troca de experiências entre gestores de incubadoras, empresários e representantes de órgãos de fomento.

O primeiro dia do evento foi voltado principalmente para os modelos de gestão das incubadoras do Rio de Janeiro. Foram realizados dois painéis para a discussão do assunto. Num deles, algumas incubadoras associadas à ReINC apresentaram seus modelos, e logo em seguida a equipe do GPI/UFRJ explicou detalhadamente o projeto Modelo de Gestão para Incubadoras de Empresas do Rio de Janeiro, realizado pela Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro em parceria com o SEBRAE/RJ. Finalizando esse primeiro dia, representantes da ANPROTEC e IASP discutiram o panorama nacional e internacional do movimento de incubação.

A preocupação do segundo dia do evento foi expor aos empresários formas de captação de recursos para suas empresas, como o investimento de capital de risco, e financiamentos que podem ser obtidos junto aos órgãos de fomento e bancos. Vale destacar também painéis que abordaram a Lei de Inovação e o papel da incubadora no contexto do desenvolvimento local. Para encerrar o evento, como acontece em todos os anos, o coordenador da ReINC apresentou o Relatório de Atividades Anual.

Participaram aproximadamente 150 pessoas, entre gestores de incubadoras de empresas e parques tecnológicos, representantes de instituições interessadas em criar incubadoras de empresas, representantes de empresas incubadas e graduadas, representantes de órgãos de fomento e estudantes universitários. Estiveram representadas várias instituições, entre incubadoras do Rio de Janeiro, redes de incubadoras de outros estados, universidades, escolas técnicas, instituições de pesquisa, instituições de fomento, organismos governamentais e empresas instaladas ou não em incubadoras.


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[Palestras 1º dia]

José Alberto Sampaio Aranha
Diretor da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC) e Diretor do Instituto Gênesis da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)

José Rousso
Coordenador da Rede de Incubadoras, Pólos e Parques Tecnológicos do Rio de Janeiro (ReINC) e Coordenador da Incubadora de Empresas de Teleinformática do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (IETI-CEFET/RJ)

José Rousso
Incubadora Cultural do Instituto Gênesis da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)

Lygia Alessandra Magalhães Magacho
Incubadora Tecnológica do Instituto Gênesis da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)

Marcelo Gonçalves do Amaral
Consultor da Incubadora de Empresas do Núcleo SerraSoft

Maurício Guedes
Presidente da Divisão Latino-Americana da Internacional Association of Science Parks (IASP) e Conselheiro da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC)

Renata Seldin
GPI/UFRJ

[Palestras 2º dia]

Ada Cristina Gonçalves
Gerente do Departamento de Fomento, Análise e Acompanhamento Técnico da Financiadora de Estudos e Projetos - DIFII/FINEP

Alberto Stasen
Representante do Banco do Brasil

André Cotta
Representante do SEBRAE

Maurício Guedes
Coordenador da Incubadora de Empresas da COPPE/UFRJ

José Alberto Sampaio Aranha
Diretor da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC) e Diretor do Instituto Gênesis da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)

Branca Terra
Consultora do Núcleo SerraSoft

Ernesto Weber
Presidente do Conselho Diretor da Associação Gávea Angels

José Rousso
Coordenador da Rede de Incubadoras, Pólos e Parques Tecnológicos do Rio de Janeiro (ReINC) e Coordenador da Incubadora de Empresas de Teleinformática do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (IETI-CEFET/RJ)

Luiz Coelho
Representante da Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP

Rossana Siqueira
Gerente da Incubadora de Cooperativas de Macaé

Vera Fernandes
Representante da Caixa Econômica Federal


06º Encontro


A Rede de Incubadoras, Pólos e Parques Tecnológicos do Rio de Janeiro realizou, em setembro de 2003, pela sexta vez consecutiva, seu Encontro anual. O evento, como acontece todos os anos, teve como principais objetivos apresentar e debater aspectos relevantes ao movimento de incubação e promover a aproximação dos principais agentes envolvidos com o tema.

Esse ano, além de mesas redondas e palestras voltadas para o assunto incubadoras de empresas, houve um dia totalmente dedicado aos Arranjos Produtivos Locais (APLs).

O evento, nos dias 16 e 17 de setembro de 2003, no Centro de Convenções do Hotel Flórida, foi realizado pela Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro, através de sua rede temática, contando com o apoio da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologias Avançadas (ANPROTEC), da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio de Janeiro (SEBRAE/RJ).

O primeiro dia do evento foi dedicado aos Arranjos Produtivos Locais (APLs). Especialistas no assunto se reuniram com o objetivo de abordar ações sobre arranjos produtivos locais no contexto do Estado do Rio de Janeiro, criando um ambiente propício para a troca de experiências e proposições de atividades conjuntas. Já o segundo dia do encontro foi totalmente dedicado às incubadoras de empresas, parques tecnológicos e pólos, tendo como objetivo atualizar equipes gestoras e empresas sobre a inserção do modelo de incubação no novo contexto econômico e social do país. Através dos seus encontros anuais, a ReINC vem sedimentando suas ações, recebendo profissionais de áreas de interesse e alcançando seus principais objetivos:

Aumentar o número de incubadoras no Rio de Janeiro;
Estimular a realização de negócios que induzam o crescimento das pequenas empresas de base tecnológica ou não;
Propiciar o surgimento de novas empresas visando maximizar a oferta de empregos e a geração de renda.

Inscreveram-se nesse VI Encontro aproximadamente 150 pessoas. Estiveram representadas várias instituições, entre elas: Incubadoras do Rio de Janeiro, Universidades, Escolas Técnicas, Instituições de Pesquisa, Instituições de Fomento, Organismos Governamentais e outras empresas não instaladas em Incubadoras. Vale ressaltar também que, durante o evento desse ano, foi realizada a eleição da nova coordenação da ReINC. José Rousso, coordenador da Incubadora de Empresas de Teleinformática do Cefet/RJ, foi eleito por todos os representantes das incubadoras associadas como coordenador da ReINC.


05º Encontro


A Rede de Incubadoras, Pólos e Parques Tecnológicos do Rio de Janeiro realizou seu Encontro pelo quinto ano consecutivo. O evento teve como principais objetivos apresentar e debater aspectos relevantes ao movimento e promover a aproximação dos principais agentes envolvidos com o tema. Esse ano, além de mesas redondas voltadas para as Incubadoras, ocorreram também discussões sobre as primeiras ações destinadas aos Parques Tecnológicos, bem como a apresentação dos mecanismos de apoio às Incubadoras e os resultados do projeto Núcleo de Referência em Redes de Incubadoras pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologias Avançadas (ANPROTEC), realizado pelo Grupo de Produção Integrada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (GPI/UFRJ) em parceria com a ReINC, Rede Mineira de Incubadoras (RMI) e Rede de Incubadoras da Bahia (PROINC).

O evento aconteceu nos dias 26 e 27 de agosto de 2002 no Centro de Convenções do Hotel Flórida, foi realizado pela Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro e contou com o apoio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da ANPROTEC e do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio de Janeiro (SEBRAE/RJ). Vale ressaltar que durante os dois dias do evento, mais de 150 pessoas estiveram presentes e seu público alvo foi gestores e planejadores de Incubadoras e Parques Tecnológicos, agências de desenvolvimento, técnicos de órgãos de fomento, pesquisadores e estudantes universitários.

A mesa da cerimônia de abertura foi coordenada pelo Paulo Alcantara Gomes - Presidente do Conselho Diretor da Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro, e contou com as presenças de Eugenius Kaskurewicz - Diretor de Tecnologia da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro FAPERJ), Jorge Ávila - Diretor da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Luís Afonso Bermúdez - Presidente da ANPROTEC, Ricardo Vargas - Gerente da Área de Inovação e Acesso Tecnologia do SEBRAE/RJ e da Coordenadora da ReINC, Regina Fátima Faria. Logo em seguida, José Eduardo Cassiolato - Coordenador da Rede de Pesquisaem Sistemas e Arranjos Produtivos e Inovativos Locais do Instituto de Economia Industrial da Universidade Federal do Rio de Janeiro fez sua apresentação sobre o tema Arranjos Produtivos Locais: Perspectivas para o Rio de Janeiro. Dando continuidade ao tema, o Superintendente da Área de Inovação para o Desenvolvimento Regional da FINEP, Luiz Martins Melo, fez sua palestra sob a coordenação de Luís Afonso Bermudez, presidente da ANPROTEC. Encerrando o primeiro dia do evento, foi oferecido um coquetel aos participantes no Salão Tropical, no próprio Hotel Flórida.

Levantamento dos Participantes do Evento

Foi contabilizado um total de 190 presentes, dentre participantes, palestrantes e organizadores do evento. Inscreveram-se 245 participantes e compareceram efetivamente 151 pessoas (identificadas através do credenciamento).


04º Encontro


O 4º Encontro da Rede de Incubadoras de Empresas do Rio de Janeiro foi realizado no dia 12 de setembro de 2001, das 9h às 18h, no Centro de Convenções do Hotel Flórida. O evento foi promovido pela ReINC, apoiado pela Anprotec, Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Município do Rio de Janeiro, e pelo SEBRAE/RJ.

Objetivos

Atualmente estão em operação no Brasil mais de 160 incubadoras de empresas, segundo o panorama 2001 da Anprotec. Apesar do número de projetos nessa área estar tendo crescimento no decorrer dos últimos anos, o Rio de Janeiro não vem se colocando em posição de destaque nesse cenário. A discussão dessa situação foi umas das propostas do Encontro que pretendeu também:

Discutir a avaliação e a projeção do potencial existente no Rio de Janeiro para a criação de novas incubadoras;
Sensibilizar instituições para criação de novas incubadoras;
Discutir alternativas e formas de captação de recursos para promover a expansão das incubadoras, pólos e parques tecnológicos do estado do Rio de Janeiro e suas empresas.

Através dos seus encontros anuais, a ReINC vem sedimentando suas ações, recebendo profissionais de áreas de interesse e alcançando seus principais objetivos: aumentar o número de incubadoras no Rio de Janeiro, estimular a realização de negócios que induzam o crescimento das pequenas empresas de base tecnológica ou não, e propiciar o surgimento de novas empresas visando maximizar a oferta de empregos e a geração de renda.

Participantes

O evento desse ano contou com a participação de representantes de empresas residentes e graduadas, micro e pequenos empresários interessados em ampliar ou diversificar seus negócios, gestores de incubadoras, candidatos a futuros empresários, representantes de instituições de fomento e governamentais. Inscreveram-se nesse IV Encontro aproximadamente 100 pessoas. Estiveram representadas 30 instituições, entre Incubadoras do Rio de Janeiro, Universidades, Escolas Técnicas, Instituições de Pesquisa, Instituições de Fomento, Organismos Governamentais e outras empresas não instaladas em Incubadoras.


03º Encontro


O 3º Encontro da Rede de Incubadoras de Empresas do Rio de Janeiro foi realizado nos dias 19 e 20 de setembro de 2000, das 9h às 18h, na sede do SEBRAE/RJ. O Evento foi promovido pela ReINC - Rede de Incubadoras, Pólos e Parques Tecnológicos do Rio de Janeiro, uma das Redes Temáticas da Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro, e apoiado pela Anprotec, Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Município do Rio de Janeiro, Faperj e SEBRAE/RJ.

Uma das propostas do III Encontro foi a realização da troca de experiências entre as empresas de base tecnológica residentes em incubadoras. Além da apresentação da conclusão do levantamento dos indicadores de desempenho que demonstrou, com visibilidade, a atuação positiva das incubadoras e suas empresas residentes, mesas redondas também foram formadas para debater temas comuns, como ação empreendedora no Rio de Janeiro, incubadoras virtuais e incubadoras sociais, e capitalização de empresas de base tecnológica.

Através dos Encontros da Rede de Incubadoras, Pólos e Parques Tecnológicos do Rio de Janeiro, a ReINC vem sedimentando suas ações, recebendo profissionais de áreas de interesse e alcançando seus principais objetivos: aumentar o número de incubadoras no Rio de Janeiro, estimular a realização de negócios que induzam o crescimento das pequenas empresas de base tecnológica ou não, e propiciar o surgimento de novas empresas visando maximizar a oferta de empregos e a geração de renda.

O evento desse ano contou com a participação de representantes de empresas residentes e graduadas, micro e pequenos empresários interessados em ampliar ou diversificar seus negócios, gestores de incubadoras, candidatos a futuros empresários, além de investidores e capitalistas.

Participantes do III Encontro ReINC

Inscreveram-se 140 pessoas neste III Encontro da ReINC, das quais 100 participaram efetivamente. Estiveram representadas 30 instituições, entre Incubadoras do Rio de Janeiro, Universidades, Escolas Técnicas, Instituições de Pesquisa, Instituições de Fomento, Organismos Governamentais e outras empresas não instaladas em Incubadoras.

Representante por tipo de instituição

Organismos Governamentais - 8
Instituições de Pesquisa - 10
Incubadoras - 31
Instituições de Fomento - 10
Empresas Residentes - 8
Empresas Graduadas - 5
Empresas não instaladas em incubadoras - 6
Universidades - 22
Total - 100


02º Encontro


O 2º Encontro da Rede de Incubadoras de Empresas do Rio de Janeiro foi realizado, no dia 2 de dezembro de 1999, das 9h às 18h, no auditório da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. O Evento foi promovido pela ReINC (Rede de Incubadoras, Pólos e Parques Tecnológicos do Rio de Janeiro), uma das Redes Temáticas da Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro, e apoiado pela Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, Soma, Anprotec e Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia da Prefeitura do Rio de Janeiro.

O Encontro contou com a participação de empresários residentes e graduados, representantes de Incubadoras existentes e em desenvolvimento, entidades parceiras, consultores e poder público.

Participantes do II Encontro ReINC

Inscreveram-se 100 pessoas neste II Encontro da ReINC, das quais 80 participaram efetivamente. Estiveram representadas 30 instituições, entre Incubadoras do Rio de Janeiro, Universidades, Escolas Técnicas, Instituições de Pesquisa, Instituições de Fomento, Organismos Governamentais e outras empresas não instaladas em Incubadoras.


01º Encontro


O evento foi realizado, nos dias 28 e 29 de setembro de 1998, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Contou com participantes de todo país, além de palestrante estrangeiro.

Palestras e Mesas Redondas

Foram passadas ao público informações sobre as iniciativas dos parceiros e fomentadores nacionais, o estado atual da incubação em diversos estados, uma experiência na comercialização de tecnologia, a prática de gestão em incubadoras bem sucedidas e a aproximação entre investidores de risco e empresas de base tecnológica.

O público

Composto por empresários residentes e não-residentes, representantes de incubadoras existentes e em desenvolvimento, entidades parceiras, consultores e poder público, entre outros, não só recebeu informações mas também participou de grupos de trabalho temáticos. Os temas foram estabelecidos no Plano de Ação para Incubadoras do Rio de Janeiro, desenvolvido pela ReINC, distribuído no início do evento e apresentado em plenária. Foi acompanhado, na distribuição, material de divulgação da ReINC (folder ReINC contendo folders das incubadoras participantes e lâminas das empresas residentes nessas incubadoras).

Os Grupos de Trabalho

Foram formados 6 GT’s, coordenados por representantes das incubadoras participantes da ReINC e da Rede de Tecnologia e compostos pelos participantes do evento. Procurou-se acomodar em cada tema pessoas que pudessem contribuir ao máximo para o avanço do assunto. Um dos grupos foi formado especificamente para que se conhecesse a posição e propostas das empresas residentes em incubadoras. Os GT’s discutiram e propuseram ações para os seguintes temas:

Capacitação e formação empresarial
Gestão de incubadoras
Capital de risco
Articulação entre a demanda e a oferta de bens e serviços das Empresas Residentes
Articulação entre as instituições de fomento (federal x estadual x municipal)
Análise e proposições das Empresas Residentes

Para cada grupo foi feita uma pequena introdução e, em seguida, elencadas ações capazes de orientar as discussões. Coube ao coordenador de cada grupo de trabalho a implementação desta dinâmica, no tempo disponível, sendo que, ao final, cada grupo gerou suas contribuições e suas prioridades.

Conclusões dos grupos de trabalho

O resultado de trabalho dos Grupos foi apresentado e homologado em sessão plenária, seguida de uma reunião dos coordenadores dos GTs e o coordenador da ReINC, com a missão de consolidar e sintetizar as contribuições. Seguem-se as recomendações:

Fórum Permanente

Criação de um fórum de fomento estratégico permanente e anual às incubadoras de empresas a ser denominado ENCONTROS ANUAIS ReINC, visando a troca de experiências sistemáticas entre incubadoras de empresas, empresas residentes e órgãos direta ou indiretamente envolvidos.

Formação de empreendedores

Visando a permanente geração de novos empreendedores já a partir dos cursos de graduação e sua permanente capacitação durante o período em que se encontram residentes nas incubadoras. Através da difusão da cadeira de empreendedorismo nos cursos de graduação, pela formação de professores multiplicadores, disciplinas correlatas e a integração entre a empresa júnior e os estágios supervisionados. É importante também a preocupação com a oferta de cursos de interesse dos empresários residentes e sua educação continuada com workshops, jogos de negócios, palestras com empresários e visitas técnicas.

Seleção de empreendedores

Foi recomendado o estudo de um novo padrão de plano de negócios, bem como, o estabelecimento de pré-requisitos mínimos em empreendedorismo aqueles que pretendem ser selecionados pelas incubadoras de empresas.

Apoio aos empreendedores

Implementar um sistema de tutoria e aconselhamento semelhante ao modelo do Programa Master do IEL. Bem como a formação de um banco de consultores especializados com a articulação de suporte financeiro.

Fomento aos empreendedores

Divulgar a existência e apoiar o aproveitamento de mecanismos de fomento como bolsas Rhae, Patme e Resposta técnica, sendo as duas últimas voltadas para a área de gestão da empresa. Fomentar a participação em concursos e editais direcionados às empresas.

Difusão de informações

Criação e aperfeiçoamento de mecanismos que permitam o fluxo eficiente de informações entre as incubadoras de empresas e entre empresas incubadas, tais como: boletins, informativos, home pages etc.

Comercialização e vendas

É imprescindível a criação de alternativas de comercialização de produtos e serviços das empresas e residentes em incubadoras, tais como: comércio eletrônico, feiras e missões comerciais.

Desenvolvimento de indicadores para avaliação

Estabelecimento de indicadores homogêneos que permitam a avaliação e acompanhamento do desempenho das incubadoras de empresas.

Aperfeiçoamento dos mecanismos de avaliação

Desenvolvimento de procedimentos homogêneos de avaliação baseados nos indicadores mencionados acima.

Gestão da qualidade

Aplicação do modelo de gestão para a qualidade nas incubadoras, cujos reflexos devem se estender às empresas residentes. Aproveitamento dos consultores da área para a realização de auditoria periódica.

Incentivo à proteção da propriedade intelectual

Através dos mecanismos existentes e ação no sentido de aperfeiçoá-los.

Fomento à sustentação financeira das empresas residentes

Através da aplicação de recursos públicos sob a forma de " seed money" e de capitais privados como capital de risco. Foi sugerido a participação da Faperj na criação de um fundo destinado a servir de " seed money" e na aplicação de recursos em capital de risco como forma de atração para a iniciativa privada.

Estímulo aos mecanismo de divulgação

Criar mecanismos para a apresentação de empresas residentes aos analistas de mercado e market makers.

Cadastro de Angels

Criação de um cadastro de angel investors interessados no mercado de empresas emergentes de base tecnológica.

Seleção de empresas para capital de risco

Aculturamento de empreendedores e incubadores através de encontros e treinamento específico para gerentes e gestores. Ofertas de cursos de capacitação nas incubadoras para empreendedores residentes.

Ação institucional

Tentar junto à CVM alteração de instruções que regulamentam fundos de empresas emergentes possibilitando o ingresso das pequenas empresas e reduzindo os custos para o investidor. Estimular a Soma a propiciar atendimento diferenciado às pequenas empresas, através da alocação de pessoas dedicadas ao assunto.

Outros resultados

Além da consolidação do Plano de Ação e das propostas de ações, o evento trouxe outros resultados. Em função dele, a SOMA (Sociedade Operadora do Mercado de Acesso) propôs a realização periódica de road-shows para apresentação de empresas tecnológicas ao mercado. A ABAMEC (Associação Brasileira dos Analistas de Mercado de Capitais) se prontificou a apoiar a preparação dos responsáveis pela apresentação dessas empresas. Representantes de incubadoras em formação de outros estados, sabendo da existência do documento e dos resultados iniciais do evento, procuraram a ReINC em busca de informações sobre nosso modelo de rede e incubação.

Atenção:

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